Mas entre, entre. Visite o novo Egosciente, vá, não tenha medo. Mas não se encoste às ombreiras que ainda não secaram.
terça-feira, dezembro 09, 2008
Atention! Atención! Atenção! Achtung!
Mas entre, entre. Visite o novo Egosciente, vá, não tenha medo. Mas não se encoste às ombreiras que ainda não secaram.
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 2:28 da tarde 3 comentários
domingo, dezembro 07, 2008
Arte Contemporânea? É já ali perto do jardim, não tem nada que enganar.
"Foi inaugurado, na passada sexta-feira, 5 de Dezembro, um novo espaço de exposições de Arte Contemporânea em Arraiolos pela mão de Cristina Oliveira (pintora e fotografa) e João Sotero (escultor). Fica no Largo 25 de Abril nº. 1, e faz parte do edifício da loja de tapetes de Arraiolos Kalifa e pode ser visitada durante os fins-de-semana das 10.00 às 19.00 e nos dias úteis das 10.00 às 17.00. Neste momento conta com uma exposição colectiva dos dois artistas. João Sotero apresenta um conjunto de peças esculpidas em mármore de pequeno formato enquanto Cristina Oliveira mostra o seu "White Dress Project", trabalho fotográfico composto por auto-retratos. A exposição estará patente até meados de Janeiro sendo então substituída por outros trabalhos de outros artistas. "
Quanto às peças expostas, aconselho-vos a passar por lá.
Sem mais assunto.
Parabéns ao João e à Cristina.
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quarta-feira, novembro 26, 2008
Por falar em Need For Speed Undercover
Etiquetas: Conversas
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sexta-feira, novembro 21, 2008
A morte da Byblos
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segunda-feira, novembro 17, 2008
Coisas que não me moem mas começam a chatear: Professores e Alunos
Na verdade ainda não cheguei a perceber qual é a verdadeira implicação do novo modelo de avaliação dos docentes mas, por mais voltas que dê à cabeça, não entendo porque raio há-de uma avaliação com pés e cabeça não ser uma medida lógica e bem-vinda. Cento e vinte mil professores manifestaram o seu desagrado na rua há bem pouco tempo. Só posso depreender que esses 120.000 mestres de sabedoria são aqueles que mais medo têm do novo modelo de avaliação e, como quem não deve não teme, acredito que os verdadeiros professores, os que sabem, gostam e querem ensinar, ficaram em casa a preparar as aulas da semana seguinte para que nada falte aos seus alunos. Mas isto digo eu que pouco ou nada sei sobre o ensino português. E começo a achar que ninguém sabe.
Quanto aos alunos, esses gritam aos sete ventos que o governo anda a querer lixar a malta que adoece e depois têm que fazer provas de recuperação e é chato porque os obriga a estudar e mais não sei o quê. Duvido, sinceramente duvido, que haja algum aluno dos que anda de megafone na mão que esteja a pensar nesses alunos doentes enquanto põe um cadeado no portão da escola. Duvido, sinceramente duvido, que um aluno que adoeça e que apresente uma justificação válida e legítima chumbe de ano por faltas. Acredito, mesmo sinceramente, que o que todos os alunos querem é poder faltar a uma aula ou outra para ir fumar cigarrinhos às escondidas para trás do ginásio ou beber umas "jolas" para o café da esquina. Meus amigos, as aulas e o ensino são coisas para se levar a sério e esse é um conceito (juntamente com o de responsabilidade) que nem a maior parte dos encarregados de educação desconfia que existe, como poderiam então as criancinhas do nosso belo Portugal percebê-lo?! Como dizia hoje um desses pequenos candidatos a Che Guevara "nós somos jovens e por isso precisamos sempre de faltar às aulas". Ai se fosses meu filho...
Há problemas na educação em Portugal, oh se há. O novo modelo de avaliação dos professores e o regime de tolerância zero para as faltas dos alunos talvez não resolva todos os males, mas vendo a coisa assim de fora, e partindo do princípio que não há daquelas letras minúsculas escondidas nesses regulamentos, teremos professores mais preocupados com a sua própria competência (acredito que alguns nunca consigam ser verdadeiramente competentes) e alunos mais assíduos e mais preocupados com as alternativas à saída precoce do sistema de ensino.
Deixem-se de lamúrias e comecem a trabalhar a sério que se faz tarde, pá!
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quinta-feira, novembro 13, 2008
Férias de Inverno
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terça-feira, novembro 11, 2008
Bravo Soldado de Ferro e Silício
As baterias congelaram mas ainda assim o nome dela é Phoenix, certo?
Um grande bem-hajas, pá.
Parabéns aos pais e às mães.
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terça-feira, novembro 04, 2008
Os Insondáveis Mistérios do Vista
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sexta-feira, outubro 31, 2008
Publicidade Institucional
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quarta-feira, outubro 29, 2008
Hoje acordei assim... (© Bomba Inteligente)
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terça-feira, outubro 28, 2008
Momento Discovery Channel: A Jóia Cazaque



Ah, falta referir que aqui o génio da patinagem fica na cidade de Astana, recentemente promovida a capital do país. A viagem não é barata, mas se for de Google Earth põe-se lá num pulinho.
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segunda-feira, outubro 27, 2008
You had it comin'
Já estavam à espera disto, aposto que sim, e até eu já sabia o que aí vinha: aqui a taberna vai encerrar para descanso do pessoal. Se bem que, bem vistas as coisas, estou a meter férias para trabalhar a sério. Não é de pá e picareta na mão, mas é tão ou mais desgastante. Seja como for, há sempre a hipótese de andar a ruminar pela blogosfera fora e vir aqui largar uma laracha uma vez por outra, mas não tantas vezes como as terríveis aparições pontuais da hedionda criatura que se dá pelo nome de Manuela Moura Guedes. Essa é uma daquelas que não percebo: porque raio havia um canal de televisão ter belfos, ceceosos e a Nelinha como pivots de telejornal ou repórteres?! É o que eu chamo "tiro no pé", mas enfim, isso é problema de outro. Aqui o deste que abaixo se assina está resolvido... Ou pelo menos um deles.
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terça-feira, outubro 07, 2008
Bloguices
Macacos me mordam se não é das melhores coisas que aconteceram na blogosfera nos últimos tempos. Tenho andado ligeiramente afastado - é um facto - mas ainda assim suficientemente atento para perceber quando acontece algo extraordinário. E aconteceu algo verdadeiramente magnífico: o Bandeira voltou. Já não era sem tempo. Aliás, já achava que nunca mais ia ser tempo. Bem-vindo de volta, pá!
Já agora, e por causa do meu ligeiro afastamento das lides blogosféricas, penso que devo uma explicação às duas pessoas que aqui vêm todos os dias - provavelmente por não conhecerem mais nada na web. Sabem quando, pelas estonteantes vicissitudes da vida, se mudam subitamente de rotinas e se deixa de conseguir colocar no horário diário certas coisas que dantes cabiam perfeitamente? É isso que se passa com o Egosciente e a minha própria pessoa: ainda não consegui encaixá-lo devida e coerentemente na rotina diária. Um pouco como o começo das aulas: começam-se as aulas no dia tal mas só ficamos com o horário completo passadas duas semanas, se os serviços forem aceitavelmente céleres.
E já que estamos a falar de Egosciente e patati-patata, e mais não sei o quê, devo anunciar que há novas adições à barra de links. Na secção "Publicidade Institucional" chegou de fresco António Chaves, fotógrafo, conhecimento recente nas elucubrações hedonistico-culturais que têm pontilhado este final de Verão. Outra dessas adições, mas desta feita à secção "Outros Egos", é "A Dieta Rochemback", blog colectivo com várias visões sobre futebol - todas subjectivas, apesar de parecer que cada vez que se fala de futebol é tudo concreto e límpido como a água.
E é isto. Fiquem bem. E até jazzinho.
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Publicada por L. Romudas às 11:23 da manhã 1 comentários
quarta-feira, setembro 24, 2008
Auto da Festa
Sou um ignorante, uma rude criatura campesina de pouco tacto, um verdadeiro energúmeno trazido até vós pelas misteriosas artes da Providência, dirão alguns. Já outros olharão para esta conversa (a expressão "olhar para esta conversa" é bonita, não é?) e perguntar-se-ão: Gil Vicente? Petiz? Einsenberg? Verborreia? Mas que raio está este gajo práqui a dizer?!
Enfim, gosto me de me manter no meio de dois mundos, tirando o que preciso de um e de outro. Assim tenho legitimidade para ler tanto a Bola como o Jornal de Letras.
E com isto tudo afastei-e do que vos queria mesmo dizer. As fotografias do Auto da Festa estão no sítio do costume. Não há fotografias do pastor e das pastoras, as últimas personagens da peça, por duas razões: não me apeteceu tirar-lhes fotografias (a caracterização era demasiado normal) e depois descobri que são personagens que não entram na história, que foram criadas apenas para elogiar o dono da casa onde se representa a peça, coisa muito usual em peças originalmente feitas por encomenda. Outra nota sobre as fotos é que o nome das personagens pode não estar correcto. Como vos disse não percebi nada, portanto tive que pesquisar um pouco e tentar fazer as correspondências.
Tanta conversa por meia dúzia de fotos... Quem pensarei eu que sou? Bresson? Capa? Leibovitz?
Alguém que me dê uma chibatada por favor.
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Publicada por L. Romudas às 12:56 da tarde 1 comentários
segunda-feira, setembro 15, 2008
Breaking News...
Novidades na Galeria. Tenho dito.
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sexta-feira, setembro 12, 2008
E.U. da A. e Portugal.
Por falar em pesadelo português, alguém viu o Portugal - Dinamarca? Haverá algum lampião que tenha reparado que no segundo golo Quim está tão bem na fotografia como estaria o Ricardo, se estivesse no lugar do Quim? E repararam também que, além da assistência para o primeiro golo, Hugo Almeida não fez nada que se aproveitasse? E que raio andava a fazer o Moutinho a 5 minutos do fim, a tentar parar tanques com pedras? Se fosse para entrar que tivesse entrado no início da segunda parte, quando Maniche começou a correr com a língua de fora. E porque é que o Danny não entrou mais cedo? E porque raio não jogou Djaló de início, um avançado móvel e bastante mais rápido que qualquer defesa dinamarquês? Abre a pestana Carlinhos!
Seja como for, há muito tempo que não via Portugal a jogar tão bem durante tanto tempo (e tão consistentemente) sem Cristiano Ronaldo. Temos equipa e treinador, sim senhor.
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Publicada por L. Romudas às 6:41 da tarde 0 comentários
Esclarecimentos
Fabian Mohr, o excelso fotógrafo cuja obra está patente no post abaixo caiu-me em cima (via e-mail). Primeiro parecia uma negra trovada carregadinha de granizo e electricidade explosiva, mas afinal foi uma refrecante chuvinha de verão. Tudo porque lhe devia ter pedido autorização e não o fiz. Na realidade esqueci-me de o fazer. No meio de uma tradução e de uma demanda por fotos decentes e, ao mesmo tempo, a obrigar o outro computador a esforços hercúleos, a simples tarefa de pedir autorização para uso das ditas imagens passou por mim num autocarro alzheimeriano. Já lhe pedi desculpa e prometi pagar-lhe uma enorme bejeca se o gajo vier a Portugal. Outro dos motivos para me ter caído em cima foi que não fiz backlinking para cada uma das fotografias em separado, que pelos vistos é um dos mandamentos do Flickr, e que, aliás, também é uma grande mariquice. Ora se linko a página onde as fotos estão qual o interesse em linkar cada foto em separado? Enfim, burocracias. O que interessa é que a coisa ficou sanada e cada foto já tem o respectivo link e está tudo bem outra vez. Espero eu. Espero não ter de pagar nada mais que uma caneca de Super Bock ao artista. Lesson learned.
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Publicada por L. Romudas às 6:21 da tarde 0 comentários
segunda-feira, setembro 01, 2008
The Burning Man
A auto-estrada de duas faixas transforma-se numa estrada nova. Conduzes devagar a caminho da playa, uma estensão de 600 quilómetros quadrados conhecida como deserto de Black Rock. E é aí que tocas um sítio que te faz sentir noutro planeta. Estás no fim - ou no princípio - da tua viagem para o Burning Man.

Tu pertences aqui e participas. Não és o miudo mais estranho da turma - há sempre alguém que pensou em coisas que nunca sequer consideraste. Estás ali para respirar arte. Imagina uma escultura de gelo a emitir música glacial - em pleno deserto. Imagina o homem que te cumprimenta, todo neon e benevolência, e que olha pela comunidade.
Tu estás aqui para construir uma comunidade que precisa e confia em ti.

Estás aqui para sobreviver. O que acontece ao teu cérebro e corpo quando expostos a 40º C, com a humidade a abandonar o teu corpo e a desidratar-te em poucos minutos? Tu sabes e tens que tomar conta de ti. Bebes água constantemente e o teu mijo sai claro. Talvez queiras reconsiderar beber aquele alcoól que trouxeste (ou outras coisas) - a experiência do Burning Man é a sua própria droga. Besuntas-te de protector solar antes do sol ficar na máxima força. Trazes suficiente comida, bebida e abrigo porque o ambiente do novo planeta é duro e não irás encontrar nenhuma máquina de venda automática.

Estás aqui para criar. Uma vez que ninguém no Burning Man é espectador, tu estás aqui para construir o teu próprio mundo novo. Construíste um abrigo em forma de ovo, um fato com light sticks ou um carro em forma de barbatana de tubarão. Cobriste-te de prata, andas com um chapéu de palha e um fio de pérolas, ou talvez com uma saia pela primeira vez. Está a transmitir a rádio Free Burning Man - ou outra rádio qualquer.

Estás aqui para experimentar. Fecha os olhos e guia a tua bicicleta pelo vazio do deserto. Visita os acampamentos temáticos - vê o que se passa na Irrational Geographic, relaxa na Cabana da Bianca e come uma sanduíche de queijo grelhado. Encontra o teu amor e compreendam-se um ao outro enquanto caminham devagar debaixo de um guarda-sol. Vagueia debaixo dos véus da poeira à noite na playa.

Estás aqui para celebrar. Na noite de sábado queimaremos o Homem. Assim que a procissão começa, forma-se o círculo e incendeia-se o Homem, experencias algo pessoal, algo novo para ti mesmo, algo que nunca sentiste. É uma epifania, é primevo, é um novo nascimento.
E é completamente individual.

E vais-te embora tal como chegaste. Quando sais do do Burning Man não deixas nenhum nada para trás. Tudo o que construíste, desmantelas. O lixo que produziste e os objectos que consumiste levas de volta. Durante semanas voluntários vão limpar todos os vestígios da presença do Burning Man e devolver o deserto às suas condições originais.

Mas levarás o mundo inteiro contigo. Enquanto conduzes de volta a casa, pelas poeirentas estradas, vais-te lentamente reintegrando no mundo de onde vieste em primeiro lugar. Sentes-te em sintonia com os outros veiculos cobertos de pó que partilharam a mesma comunidade. Imagens nítidas dançarão no teu cérebro flutuando de volta com as mudanças de tempo. A comunidade Burning Man, os teus amigos, os teus novos conhecidos ou o Projecto Burning Man envolvem-te. No fim, apesar das viagens de e para o Burning Man terem acabado, embarcas para uma viagem diferente - para sempre.
Fotografias: Fabian Mohr
Texto: Molly Steenson
Tradução (livre) e Adaptação: Luís Romudas
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Best Bad Guys #5
Lord Darth VaderThe Star Wars Trilogy
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sexta-feira, agosto 29, 2008
Coisas da vila...
Neste jardim, renovado, agradável e convidativo vive uma criatura hedionda, demoníaca e... suja. Dá-se pelo nome de Passer domesticus e é conhecido entre as gentes da vila como "pardal dum cabrão". São às centenas. Aos milhares. Sem querer exagerar diria mesmo que são às centenas de milhares de milhões. Ao pôr-do-sol fazem um barulho que não fica a dever nada a um estádio (daqueles grandes) cheio de bebés a chorar em simultâneo. Diga-se ainda que a quantidade de resíduos fecais produzido por um e por outro também não difere muito. O que difere mesmo é que os pardais não usam fraldas e os bebés não sobrevoam o meu carro. E quais são as consequências disto? Ninguém estaciona o carro num parque com cerca de 10 lugares (o que para esta vila é muito lugar de estacionamento), ninguém se vai deitar para a relva e ninguém deixa os filhos brincarem num jardim com dois dedos de merda de pássaro no chão. E as autoridades, não limpam a coisa? Limpam pois. Limpam a passagem pedonal de manhã (com uma máquina de pressão de água) e à tarde está precisamente na mesma. Quanto à relva pouco há a fezer, obviamente.
A parte caricata (uma delas) é que, lendo várias tabuletas colocadas pelas autoridades, ficamos a saber que não podemos passear o nosso cão (ou outro cão qualquer) na relva. Ainda que façamos como as pessoas civilizadas do resto do mundo e apanhemos o dito "presente", PIMBA!, apanhamos com a multa. Onde? Mesmo nas nalgas, como o outro. A questão é: será preferível um jardim com merda de meia dúzia de cães (que não é nada transcendental para qualquer varredor de rua) ou com merda de 5000 pássaros?
Seja qual for a resposta a coisa vai dar ao mesmo: o jardim está a ficar inabitável. Até os habituais pensionistas começam a debandar. Quando vier o Outono e as folhas dos plátanos caírem os pássaros também desaparecerão, sim senhor, mas com frio e chuva quem é que vai utilizar o jardim?! Eu até gosto muito de animais, a sério, mas cá para mim, muito sinceramente, era apontar uma espingarda para as árvores e fora chumbo! Embonecavam o evento com a expressão "controlo populacional" e ainda se petiscava qualquer coisa. Eu levaria o vinho, claro.
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Publicada por L. Romudas às 5:02 da tarde 2 comentários






