Pelos vistos poucos sabem da coisa, e uma vez que o ilustre Município de Arraiolos resolveu que essa mesma coisa merece pouca pompa e ainda menos circunstância - o que é verdadeiramente estranho tendo em conta a natureza da dita coisa - vejo-me na obrigação de aqui anunciar que amanhã - Sábado, dia 1 de Novembro de 2008 Ano do Senhor -, pelas 12.00 em ponto, hora continental gerida pelo meridiano de Greenwich, irá ter lugar no novíssimo Pavilhão Multiusos de Arraiolos a apresentação formal de um roteiro virtual do centro histórico da vila. É obra do fotógrafo António Chaves, de quem aqui já tinha falado e já pode ser visualizacionada aqui mesmo. A coisa ainda precisa de umas pequenas afinações técnicas mas a essência está lá toda. Vejam que vale a pena. E se não tiverem nada melhor para fazer amanhã ao meio-dia, já sabem: apareçam se fizerem favor. Obrigado e conlecença...
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sexta-feira, outubro 31, 2008
Publicidade Institucional
Etiquetas: Conversas, Fotografia
Publicada por L. Romudas às 8:55 da tarde 0 comentários
quarta-feira, julho 30, 2008
Há mesmo coisas fantásticas
Bem sei que isto saiu no Obvious. Aliás, foi lá que tomei conhecimento da coisa, mas não resisti a mostrar-vos isto. No entanto tenho a leve impressão que o faço mais por mim do que por vocês. Adiante. Chamam-se Cenci Goepel e Jens Warnecke, são alemães e desde muito novos têm um certo gosto em passar noites ao relento a curtir temperaturas glaciais e a admirar a escuridão. Até que, numa bela noite de Janeiro, algures na tundra escandinava um deles se lembrou de tirar uma fotografia à escuridão. O outro imitou-o. Aperfeiçoaram a coisa e pensaram que talvez fosse giro dar umas voltas pelo mundo a enregelar noites a fio. Ah, é verdade, esqueci-me de referir que, além de fotógrafos-morcego, um deles é pintor e o outro é cineasta de animação (ou será "animasta"?) o que é só por si um bom casamento. Se acham que não tenho razão vejam a amostra abaixo.



Nenhuma das fotografias tem nome. A única coisa que as identifica são as coordenadas geográficas do local em causa. Isto para quê? Para as fotografias não se transformarem em algo mais do que são. Parece-me uma razão mais justa que outra qualquer, não será?. Link
Etiquetas: Fotografia
Publicada por L. Romudas às 5:44 da tarde 0 comentários
sexta-feira, maio 30, 2008
Memória Fotográfica.Arraiolos - Concurso de Fotografia
Aqui há atrasado tinha escrevinhado aqui mesmo neste tasco que não gostava muito de concursos de fotografia, que eram demasiado subjectivos e que forçavam a criação artística através da imposição de temas (na verdade, não estou muito certo de ter dito isto, mas disse agora). Vai daí, o que é que eu fiz? Isso mesmo: um concurso de fotografia.
Sem tema aparente, apenas com uma condição: as fotografias serem tiradas durante a edição deste ano d'O Tapete Está Na Rua 2008. Pretende-se que os concorrentes se esforcem por contar histórias, no fundo, reportagens e não apenas disparar para o prémio. Durante a semana (de 6 a 15 de Junho) de duração dessa iniciativa, aqui em Arraiolos, não vão faltar coisas para fotografar. Desde reconstituições históricas do fabrico do Tapete, a animações de rua passando mostras de artesanato, feira do livro até aos concertos diários na Praça da vila, com David Fonseca, Clã, Jacinta e uma parafernália de grupos do concelho, incluindo os Terras de Rayo (procurem na barra lateral).
Portanto, se quiserem aparecer e disparar o obturador que nem uns loucos é fazerem-no. As inscrições são feitas na sede da Associação Casa das Artes de Arraiolos, na Rua Alexandre Herculano nº18, e no Posto de Turismo de Arraiolos, na Praça Lima e Brito, para quem não sabe. O regulamento será entregue no acto de inscrição. Os prémio não são passíveis de criar excêntricos mas são qualquer coisa que se veja. Já o preço de inscrição é quase o mesmo da uva mijona.
Já agora, para não correr o risco de levar uns tabefes, este concurso é organizado pela Casa das Artes com o total, mas condicional, apoio da Câmara Municipal de Arraiolos.
Se quiserem mais informações deixem comentário na caixinha criada para o efeito.
Sem tema aparente, apenas com uma condição: as fotografias serem tiradas durante a edição deste ano d'O Tapete Está Na Rua 2008. Pretende-se que os concorrentes se esforcem por contar histórias, no fundo, reportagens e não apenas disparar para o prémio. Durante a semana (de 6 a 15 de Junho) de duração dessa iniciativa, aqui em Arraiolos, não vão faltar coisas para fotografar. Desde reconstituições históricas do fabrico do Tapete, a animações de rua passando mostras de artesanato, feira do livro até aos concertos diários na Praça da vila, com David Fonseca, Clã, Jacinta e uma parafernália de grupos do concelho, incluindo os Terras de Rayo (procurem na barra lateral).
Portanto, se quiserem aparecer e disparar o obturador que nem uns loucos é fazerem-no. As inscrições são feitas na sede da Associação Casa das Artes de Arraiolos, na Rua Alexandre Herculano nº18, e no Posto de Turismo de Arraiolos, na Praça Lima e Brito, para quem não sabe. O regulamento será entregue no acto de inscrição. Os prémio não são passíveis de criar excêntricos mas são qualquer coisa que se veja. Já o preço de inscrição é quase o mesmo da uva mijona.
Já agora, para não correr o risco de levar uns tabefes, este concurso é organizado pela Casa das Artes com o total, mas condicional, apoio da Câmara Municipal de Arraiolos.
Se quiserem mais informações deixem comentário na caixinha criada para o efeito.
Etiquetas: Fotografia
Publicada por L. Romudas às 6:31 da tarde 2 comentários
quinta-feira, maio 01, 2008
Vénia sentida a... James Natchwey
Um nome incontornável do foto-jornalismo mundial e como tal farta-se de passear: esteve no Afeganistão, no Kosovo, no Sudão, na Bósnia, no Ruanda, no Paquistão, na Indonésia, na Tchétchenia (que raio de nome), no Iraque e estava em Nova Iorque quando se deu o ataque ao World Trade Center. Um sobrevivente de câmara em punho, portanto. Aliás, reza a lenda que, aquando da invasão americana do Iraque, aqui o nosso amigo Natchwey e um outro chamado Weisskopf, ambos ao serviço da Time Magazine, iam numa bela passeata pelo território babilónico abordo de um lindíssimo Humvee camuflado do exército invasor, quando um indigena atirou uma granada para dentro do dito jipe. Ora, não querendo estragar os estofos do luxuoso jipe - e imaginando que o dono do machibombo se zangaria a sério - Michael Weisskopf ainda conseguiu atirar a granada para fora do Hummer, não evitando que esta, no entanto, explodisse e os ferisse a todos com gravidade. Conta-se - esta sim, é a parte gira - que Natchwey, ensanguentado até aos tornozelos, ainda tirou meia dúzia de fotografias aos paramédicos assistindo os seus companheiros antes de desmaiar. Passados uns meses já estava a bordo de um avião a caminho da Indonésia onde tinha acontecido um certo e terrível tsunami. Homens assim são raríssmos. E homens assim a tirarem fotografias assim tão boas não são raros: são únicos.
Etiquetas: Fotografia
Publicada por L. Romudas às 8:39 da tarde 0 comentários
sexta-feira, abril 18, 2008
BESPhoto, ou como desperdiçar dinheiro dos accionistas
Tenho para mim que os concursos de fotografia, segundo os parâmetros mais usados, são uma autêntica treta. Antes de mais, e porque dependem do julgamento de um punhado de pessoas escolhidas para esse efeito, são subjectivos. Não duvido que haja por esse mundo fora muito juri sem gosto estético nenhum, ora, sendo o próprio gosto subjectivo, qualquer escolha é, portanto subjectiva. Depois porque, quer queiramos quer não, há influências de lobbys. Sejam esses concursos de pequena ou grande dimensão, o lobby está lá para apadrinhar e dar palmadinhas no rabo a um ou dois concorrentes "especiais".
Recentemente, num concurso chamado de BESPhoto, foram atribuídos 25 mil euros a um conjunto de fotografias de crateras viradas ao contrário e mais umas de limousines. As fotografias das ditas crateras nem sequer foram tiradas pelo artista vencedor (segundo o próprio, alugar um helicóptero para fotografar as crateras teria sido um desperdício de meios - então o que será dar 25 mil euros a um gajo destes?!) e não sei se as das limousines o foram. O que importa aqui é que o vencedor, que apesar de ter um curso de fotografia não pratica, arrebanhou 25 mil euros a outros que fotografam, em trabalho ou por simples gozo. Este texto explica melhor esta situação. Claro que esta causa "pseudoartística" tem apoiantes. Há quem diga que o convencional é aborrecido e que as fotografias em causa são tudo menos convencionais; que o concurso em causa não é um World Press Photo e portanto não estava a concurso a fotografia documental. Tudo bem. Querem fotografia não documental e pouco convencional? Então tomem lá: Cristina-O. Por exemplo. E se nos passearmos pelo deviantArt, 1000imagens ou Olhares vamos encontrar centenas ou mesmo milhares de artistas assim, não documentais, pouco convencionais e bem mais... enfim, artistas. Então porquê doar - porque considero uma doação e não uma atribuição - 25 mil euros a um gajo que saca fotos do Google e as vira de cabeça para baixo?! Se é para continuar com essa palhaçada, uma vez que já é a quarta edição, mudem o nome do concurso para, sei lá, BESPseudoPhoto ou algo do género.
Não é novidade nenhuma, tenho algumas fotografias minhas - tiradas por mim - emolduradas e penduradas no meu quarto. Por vezes, não tantas vezes assim, olho para elas e digo para mim mesmo "porra, pá, tu até tens jeito para esta merda". Pergunto-me se Miguel Soares (o tipo em quem tenho estado a descascar) tem alguma dessas crateras emoldurada e pendurada na sala. Imagino que não. Creio piamente que no lugar das "suas" fotografias deve ter antes uma ampliação do tal obeso cheque.
Era o que eu fazia.
Etiquetas: Conversas, Fotografia
Publicada por L. Romudas às 3:06 da tarde 2 comentários
segunda-feira, março 10, 2008
Publicidade Institucional
À primeira vista não se nota, mas aqui este vosso fiel escriba, video jockey e fotógrafo também participa nesta exposição. Vá, a despachar que daqui a pouco já não há! Acaba dia 20... sim, dia 20. O quê?! Tão pouco tempo?! E o que queriam vocês?! Isto não é o CCB, pá! Vá, a despachar!
Etiquetas: Fotografia
Publicada por L. Romudas às 7:18 da tarde 2 comentários
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