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quarta-feira, janeiro 02, 2008

Wallpaper


Fotografia: L. Romudas. Algures no Alentejo

sábado, dezembro 15, 2007

O Clérigo da Torre

Fotografia: L. Romudas. Torre dos Clérigos, Porto

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Chrome

Fotografia: L. Romudas

terça-feira, dezembro 11, 2007

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Já não se fazem destes


Será que os nossos filhos, e os filhos deles, também levantarão a sobrancelha quando, daqui a vinte ou trinta anos, virem passar um Ford Focus ou um Audi A6? Não me parece, mas é fácil pensar que a história se repete o que muda são os protagonistas. No entanto ficamos com a ideia de que estas máquinas já eram lendas quando nasceram... Mesmo um miserável Austin Mini tem um certo porte lendário, soberano, nobre. Pura mecânica ao sabor dos caprichos do condutor. E as máquinas de hoje em dia são o quê? Uma amálgama de fibra de carbono, aço e microchips mais inteligentes que um engenheiro da NASA que com irritantes bip-bip nos "informa" que as emissões de carbono estão acima da média porque não devíamos ter abusado nas 98 octanas ou porque excedemos os 120 quilómetros horários ou que devemos engrenar uma 5ª em vez da frenética 4ª. E onde está o prazer de conduzir? Como podemos ter prazer a conduzir se cada vez mais somos conduzidos pelos póprios carros?! Bahhh!
Sim, sou antiquado e depois?
Fotografia: L. Romudas

sexta-feira, agosto 31, 2007

Something stirs in the shadows...

"De que serve terra à vista se o barco está parado?"
P. Abrunhosa

* * *


As revoluções começam na pessoa, no indivíduo, no sujeito. As revoluções não são presidentes depostos, nem reis decapitados. As revoluções são um olhar, uma ideia, um conceito que se cria na mente de um indivíduo que o faz querer mudar a realidade em que vive. E é aí, no preciso momento em que esse conceito se cria, que começa a revolução. No entanto, é o passo seguinte o mais difícil. Desengane-se quem pensa que o primeiro passo é o mais complicado de dar. Se já viu uma criança começar a andar deve saber que há muitos primeiros passos, mas só a partir do segundo é que podemos dizer que a criança realmente anda. É o equilíbrio, sim. É o equilíbrio e a coragem de tentar repetir o primeiro gesto que move a criança. Assim o é também com as revoluções. Tenham elas o intuito de libertar um povo da opressão, ou tenham o, aparentemente simples, intuito de libertar uma pessoa dos grilhões que a prendem ao seu modo de vida, aos seus vícios, às suas paranóias mundanas, enfim, a si mesmo. Uma revolução é uma revolução. Seja colectiva ou individual tem o mesmo significado, tem o mesmo princípio e, no fundo, tem o mesmo fim: a liberdade. Liberdade relativa, e socialmente aceite, mas liberdade, sem dúvida. E qual é, afinal, esse segundo passo, tão difícil de dar? Resposta tão simples que parece complicada de tão simples que é: o segundo passo é agir. Mudar. Transformar. Alterar. Transmutar. Modificar qualquer coisa. Por mais simples e insignificante que possa parecer essa coisa, mudá-la, é o nosso segundo passo. Seja ele deixar de fumar, começar a fazer exercício físico ou simplesmente começar a cumprimentar toda a gente na rua, é o passo mais importante. Porquê? Porque mudamos uma atitude. E nós somos as nossas atitudes porque as atitudes pressupõem uma personalidade, uma personalidade única, e essa atitude que mudamos, a primeira atitude que mudamos, é a perfeita imagem dos ideais da nossa revolução. É como o negativo da nossa revolução. É o embrião da nossa revolução. Seja ela, como já disse, colectiva ou individual.

Primeiro iluminam-se as mentes, depois inflamam-se os espíritos, junte-lhe uma pitadinha de coragem para agir e em breve terá a sua revoluçãozinha. Atenção, porque é preciso combinar estas três coisas muito bem já que com uma por si só não conseguirá nada.

E aqui está o meu primeiro passo. Já com balanço suficiente para o segundo, mas é apenas o primeiro.

Fotografia e texto: L. Romudas

sábado, agosto 18, 2007

Sem título aparente #5

Fotografia: L. Romudas, Terródromo de Arraiolos

segunda-feira, agosto 13, 2007

Sem título, sem conteúdo, sem nada...

Porque há coisas que simplesmente existem... Mesmo sem razão aparente.

Fotografia: L. Romudas

domingo, julho 15, 2007

Painel Informativo


Fotografia: L. Romudas. Fotografia tirada durante as obras da nova portagem de Benavente. Sim, aquela da Ponte da Lezíria.

domingo, julho 08, 2007

Sad faces influence so easily...

Fotografia: L. Romudas

* * *

Pela aparente hibernação deste blog, e também pela falta de visitas e comentários aos blogs da vizinhança, a gerência desta espelunca pede as mais humildes desculpas, no entanto não tem culpa nenhuma que os seres humanos do século XXI sejam obrigados a trabalhar para poderem sobreviver.
Este facto não deixa de ter piada: apesar de nós, espécie humana, existirmos aí há uns 20.000 anos, em cada passo que damos em direcção ao desenvolvimento ficamos cada vez mais escravos do nosso modo de vida, das nossas obrigações e das responsabilidades, enfim, de nós próprios. Isn't it ironic?

sexta-feira, junho 22, 2007

Playstation ancestral


Fotografia: L. Romudas

segunda-feira, junho 18, 2007

Campismo Selvagem


Era mesmo campismo selvagem. Dormir no chão, acordar com bicheza por todo o lado, comer uma carpa acabada de pescar, e mal cozinhada como o raio, num prato infestado de formigas e depois cagar em pé, isso é perfeitamente suportável. A Playstation e o som é que não podem faltar!

Fotografia: L. Romudas

sexta-feira, junho 08, 2007

Hoje tenho andado assim:


Em farrapos. Pá, um gajo levanta-se cedo para trabalhar, depois chega a casa e ainda tem que ir fazer um biscatezito até à hora de jantar, depois de jantar pega na máquina fotográfica e anda de um lado para o outro durante uma hora e meia aos "tiros", depois disso tudo senta-se um bocadito a beber umas jolas com os artistas e quando olha para o relógio são uma ou duas da manhã mas não se vai deitar porque depois de quatro ou cinco médias já lhe passou o cansaço e ainda bebe mais quatro ou cinco. E no outro dia, claro, recomeça tudo de novo. E no dia a seguir outra vez.
Até que chega o dia de hoje e um gajo anda em farrapos.
Estes jovens inconscientes...

Fotografia: L. Romudas

quarta-feira, maio 30, 2007

Egosciente solidário com a GREVE GERAL de hoje


Vão aproveitando agora enquanto se pode fazer greve, porque com estes últimos atentados à liberdade de expressão, algo me diz que isto de greves gerais e lutas sindicais tem os dias contados. E por falar em dias contados, aproveito também para mandar um abraço solidário à família e amigos de James M. Rest in peace James...

Fotografia: L. Romudas

segunda-feira, maio 21, 2007

Alone I sit...


Fotografia: L. Romudas

quinta-feira, maio 10, 2007

Electricidade


Central eléctrica, linhas de alta, média e baixa tensão, transformadores, contactores, disjuntores... Milhares de quilómetros de cabos e centenas de dispositivos diferentes só para carregarmos num botãozinho e uma lâmpada acender. Mais um milagre da Humanidade.

Fotografia: L. Romudas

domingo, maio 06, 2007

Portão

Fotografia: L. Romudas

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Protótipo


Pai, esquece a Playstation...Quero um destes.

Fotografia: L. Romudas
Local: Stand Peugeot, Paris

terça-feira, janeiro 02, 2007

Resta a Esperança... E um corno.


Fotografia: L. Romudas
Local: V. N. de Milfontes

Undomiel, The Evening Star


Fotografia: L. Romudas
Local: V. N. de Milfontes