domingo, fevereiro 18, 2007

Defensor da Fé


Fotografia: L. Romudas
Local: Sacré-Coeur, Paris

sábado, fevereiro 17, 2007

Porta Aberta...


Quantas vezes não desejámos que todas as portas fossem assim... Completamente escancaradas para um mundo novo, para uma infinidade de possibilidades, para tudo e para todo o lado. (suspiro)

Fotografia: L. Romudas
Local: Castelo de Arraiolos

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Músicos...


Se fizerem um esforço e imaginarem este músico sem o violoncelo parece um qualquer bailarino de flamenco, não é? Mas é só mesmo com muita imaginação, porque ele é mesmo músico... E dos bons. Isto foi apenas um momento da actuação dos Almaplana na Conferência de Jornalismo organizada pela Casa das Artes de Arraiolos no passado sábado.
Louvores à iniciativa. E ao esmerado serviço de bar, claro.

Fotografia: L. Romudas

domingo, fevereiro 04, 2007

Em Exibição: Outrora

"Outrora. A nostalgia dos lugares abandonados, por onde perpassam vozes e gestos de um tempo perdido algures num passado-presente, suspenso numa dimensão metafísica vibrante, sensível no limite da vacuidade contemplativa. A emanação de uma memória ancestral e difusa, uma humanidade remanescente na atmosfera raiada da avassaladora presença corpórea em ressonância cósmica infinita. A insondabilidade do mistério da existência e das suas leis. A poesia melancólica do abismo e da morte. Um local sem sentido e sem moral. Outrora. Outro tempo, outro lugar."

Sem Título II

Spiderlock

Sem Título

Bem-vindos à minha humilde... Alma.

Alminhas da Ponte

A Torre

True Faith

Memórias.

Creeping Claws

Assalto à fortaleza.


Caminho para o abandono...

Fotografia: Luís Romudas
Texto: José Vicente

Com o apoio de:


Nota: Serão aqui adicionadas periodicamente, uma a uma, todas as fotografias que fizeram, e fazem, parte da exposição Outrora. Neste momento ainda expostas no Karma Bar em Arraiolos.

© Copyright, 2006 Luís Romudas. Todos os direitos reservados.


quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Tragédia Grega

Era uma vez um rapaz que gostava muito de tirar fotografias e por isso comprou uma máquina fotográfica. No entanto, depois de uns largos milhares de fotografias decidiu vender a velha, mas infalível, máquina e comprar uma maior, melhor e mais cara. A verdade é que passado pouco tempo e pouquíssimos disparos depois a cara, melhor e maior máquina decidiu morrer nos braços do seu incansável e, agora, desgostoso dono.

Fim da história e, se a dita máquina não for reanimada brevemente, também é o fim deste blog.

Obrigado e um grande bem-haja a todos.
Já agora, que estamos na onda da foleirice gratuita: um forte abraço.

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Stronghold


Fotografia: L. Romudas
Local: Arraiolos

domingo, janeiro 28, 2007

Rabiscos #5


Desenho: L. Romudas
Material: Lápis sépia e carvão sobre papel

terça-feira, janeiro 23, 2007

Espírito Natalício


Esta fotografia é uma versão modificada de uma outra que entreguei para um concurso aqui na terrinha. Não ganhei nada, mas valeu a experiência, a cerimónia de entrega dos prémios e, claro, as magníficas caipirinhas. Grande noite.

Fotografia: L. Romudas
Local e Modelos: Arraiolos, Cris e Pipas (obrigado pela paciência)

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Anémona-da-Terra


Fotografia: L. Romudas
Local: Arraiolos

terça-feira, janeiro 16, 2007

Satellite


"Winter's cold spring erases
And the calm away by the storm is chasing
Everything good needs replacing
Look up, look down all around, hey satellite"

- Dave Matthews Band, Satellite-


Fotografia: L. Romudas
Local: Arraiolos

Nota: Não, a imagem aqui apresentada não foi sacada de nenhuma estação espacial nem de nenhum satélite, mas sim de uma parede cuja tinta há muito que começou a fugir para outras paragens. O resto foi Photoshop, claro. Mesmo sabendo isso tudo, não deixa de me fazer lembrar uma qualquer frondosa floresta tropical vista lá de cima.

domingo, janeiro 14, 2007

Sem título aparente #2

Fotografia: L. Romudas

sábado, janeiro 13, 2007

É pena só a ter conseguido fotografar neste estado


Criaturas destas não devia ter de cair. Nem mesmo depois de mortas.

Fotografia: L. Romudas
Local: A6, perto de Montemor-O-Novo

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Fim-de-Semana... Finalmente!


Não sei o nome do grupo, nem o nome de ninguém do grupo. O que sei é que vieram do Senegal animar uma cálida noite de verão alentejano. E, por estranho que pareça, os alentejanos animaram-se mesmo. Até houve quem dançasse.

Fotografia: L. Romudas
Local: Arraiolos, 2006

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Mais cidadania?!

Li, no Corta-Fitas, que o Blogue do Não vai lançar um livro que contém argumentos que, supostamente, nos vão convencer a votar Não no referendo relativo à despenalização do aborto. Já aqui tinha abordado esta temática e, a poucas semanas do dito sufrágio, não me parece de todo despropositado voltar ao assunto.

Pelos vistos a malta do Não! anda verdadeiramente empenhada nesta luta. Lançam livros, mandam postaizinhos todos catitas para casa, aparecem na televisão... Existem 15 movimentos "cívicos" pelo Não! e apenas 5 pelo Sim!. O que me leva à pergunta: mas afinal onde andarão os liberais?
Querem mesmo saber? Os liberais, aquela gigantesca massa que irá votar Sim! em Fevereiro estão em casa. Em casa, pois. Não querem dar a cara. Têem vergonha que o mesquinho povo português pense que já abortaram ou pensam fazê-lo num futuro próximo. Não querem dar a cara porque a filha, a irmã ou a mulher viu-se obrigada a fazer um aborto clandestino e morreu devido à falta de condições. Não querem dar a cara por já terem recorrido a Espanha ou à garagem da vizinha enfermeira reformada e sofrem em silêncio. Não querem, nem podem dar a cara, porque já recorreram a um aborto clandestino e estão presas numa minúscula cela ao lado de verdadeiras criminosas, como se o calvário subsequente aos seus actos não fosse pena suficiente.

Pensarão os iluminados conservadores que um aborto, por mais bem feito que seja, não deixa mazelas? Deixa, sim. Tanto físicas como psicológicas. Mazelas das quais nunca se chega a recuperar totalmente. Agravando-se a situação quando é feito numa qualquer garagem.

Pensarão os doutos senhores do Não que qualquer mulher seja capaz de recorrer a um aborto de ânimo leve? Não, meus caros. O aborto contraria o mais básico dos instintos da mulher, e, por mais que forte que seja o seu espírito, ressentir-se-á. Mais tarde ou mais cedo.

Pensarão os respeitáveis senhores de família que irão votar Não que as prácticas abortivas diminuiraão se vencerem? Duvido muito. O estilo de vida do século XXI não permite. Nem as violações. Nem a eterna crise económica e a elevada taxa de desemprego.

Infelizmente, a conjuntura sócio-económica das famílias do século XXI não permite que estas possam crescer naturalmente. Ou seja, este frenético estilo de vida do século XXI não permite sequer um nascimento não planeado e sem a mínima ponderação. Essa é que é a verdade.

Se vai dizer Não à interrupção voluntária da gravidez.
Diga também Não à dignidade e à saúde da mulher.
Diga também Não ao direito à vida da mulher.


Muito mais há para dizer, mas fica para outra vez. Até breve.

Microfloresta


Fotografia: L. Romudas
Local: Ribeira de Pavia, Arraiolos

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Rabiscos #4


Desenho: L. Romudas
Material: Lápis sobre papel

terça-feira, janeiro 09, 2007

Frágil Mas Poderosa


Só de ver esta fotografia parece que a temperatura ambiente recupera algum do folêgo estival. Doce ilusão. Em pleno Inverno sabe bem lembrar que depois disto virá invariavelmente a Primavera, o Sol quente, as folhas nas árvores e, claro, as vistosas papoilas. Por momentos fizeram-me lembrar os lábios da Scarlett Johansson... Vá-se lá saber porquê.

Fotografia: L. Romudas
Local: Ribeira de Pavia, Arraiolos

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Duelo

E por acaso acho que perdi. Foi uma injustiça, mas a artilharia rival não deu hipóteses. Ouvi dizer que aquilo até grava imagens em movimento, vejam só. Foi tipo disparar uma 9 mm contra um míssil Tomahawk...

Fotografia: L. Romudas
Local: Chiado, Lisboa, durante manifestação sindical

domingo, janeiro 07, 2007

Rabiscos #3


Desenho: L. Romudas
Material: Lápis sobre papel

sábado, janeiro 06, 2007

Casario I

É deste modo que vos dou a conhecer uma pequena série de quatro fotografias tiradas num dos melhores sítios de Portugal: a Ribeira do Porto. As suas casas amontoadas umas em cima das outras e as ruas tão estreitas que a Valentina Torres tem de entrar de lado, fazem daquela zona da Invicta uma verdadeira pérola turística. Os seus cheiros, cores e sons misturam-se de uma forma indescrítivel no meu cérebro e apenas consigo observar, sorrir e carregar no disparador inconsequentemente. Sem preocupações técnicas ou artísticas. São autênticos momento de prazer visual em que se sente de sobremaneira o peso dos milhões de passos que pisaram aquelas calçadas, dos milhares de mãos que levantaram aquelas casas, que puxaram quilómetros de cordas de rabelos salpicadas por milhares de gotas daquele fabuloso e intenso rio. É assim que vejo a Ribeira.

Mas nesta "mini-série" o que interessa mesmo é a peculariedade da construção ribeirinha. Como é que isto tudo ainda se mantém de pé?


Fotografia: L. Romudas
Local: Ribeira, Porto