

"Ora são negro, ora fogo, ora lamento, ora exaltação.
São lágrimas e sange, água, terra e furacão.
São terra que espera... espera terna. Trovão.
São tudo num calor duradouro, a certeza da fuga e do retorno. São ânsia e abundância do viajante, a saudade que resiste,
a alegria constante de quem se cansa de estar triste. "



Essa alma como um destino flamejante, um nó fraterno e original que se une num abraço quase esquecido por ser tão antigo e primeiro.
Tablao do Fado - uma procura de raízes, essências.
Uma celebração levada ao rubro, ao negro, para vir a ser transparente e por inteiro, tanto pelo que o fado e o flamenco são, como pela vontade de os nossos corpos o serem.
Fotografia: L. Romudas.
Textos: Amalgama















































