domingo, setembro 23, 2007

At the Summer's End #1

Fotografia: L. Romudas. Pipas, o acrobata. Telmo e Fábio, os espectadores.

sábado, setembro 22, 2007

Sem título aparente #6

Fotografia: L. Romudas. Ribeira, Porto

sexta-feira, setembro 21, 2007

Alinhamentos


Fotografia: Luís Romudas, Cais de Gaia

quinta-feira, setembro 20, 2007

domingo, setembro 16, 2007

Pedimos desculpas pelo incómodo

Não sei porquê mas peço. Não vos devo isso... ou talvez deva, seja como for peço desculpa pelo facto de a emissão ter sido interrompida, ainda que por breves instantes. Mais uns dias e a emissão volta ao normal, não se preocupem. Diz-se por aí que sofro do estupidificante Síndrome do Malandro, coisa comum a indivíduos em período de férias.

Não tarda muito a passar. Infelizmente.

quarta-feira, setembro 12, 2007

Em breve de volta à Invicta


Fotografia: L. Romudas. Algures numa praça do Porto (eu, ignorante me assumo).

segunda-feira, setembro 10, 2007

De volta ao mundo real

Depois de dois dias de celebrações intensas cá estamos outra vez. Com uns neurónios a menos e demasiado consaço nas pernas vou tentar retomar a publicação diária de... dos... das... das coisas normais que aqui são publicadas. Mas antes disso queria deixar aqui umas notas sobre o que gostei nesta edição do "Avante!", em especial na cena musical.

Blind Zero. Grande prestação dos autores de "Shine On", como seria de esperar. Uma das melhores bandas de rock portuguesas e uma das que menos atenção desperta no público. Pergunto-me se os Blind Zero tivessem nascido na Grâ-Bretanha ou nos E. U. A. teriam a mesma indiferença nas plateias portuguesas. Indiferença essa que, a pouco e pouco, tem sido trocada por uma suave aceitação, é certo. Suave. Bastante suave. Mas já é qualquer coisa.

The Levellers. Nunca tinha ouvido falar deles, nunca os tinha visto mais gordos e tenho muita pena disso. O que eu andei a perder! Os tipos são mesmo, mesmo, mesmo bons! Que grande concerto. Guitarras em fúria sempre de braço dado com as melodias alegremente contagiantes típicas da música popular irlandesa e ainda (espantem-se) com didgeridoos e outros sons tribais. Ora virados para a pop, ora para o puro rock, ora para o funk, os Levellers são daquelas bandas que deitam por terra qualquer rótulo que os "sábios" críticos de música inventam. É por causa desses "sábios", aliás, que ninguém ouve falar de uma das melhores bandas europeias ao vivo. Sim, os Levellers. Para ouvir, dançar e ver.

Blasted Mechanism. Dispensam apresentações e grandes comentários. Uma electrizante performance ao vivo juntamente com os amigos da Kumpania Algazarra e António Chaínho. Mais uma vez os peculiares alienígenas mostraram o porquê de serem uma das mais aclamadas bandas portuguesas e o porquê, também, de fazerem centenas de concertos por ano em território nacional. Iguais a si próprios desde o instante em que se formaram, não deixaram os créditos amealhados ao longo dos anos por mãos alheias. Passando o cliché, foi mesmo um fecho com chave de ouro.

Até para o ano, Avante.

quinta-feira, setembro 06, 2007

Encerrado...

... Por motivos de força maior.

E já que estamos numa de revolução, entretenham-se com este fabuloso videoclip do não tão fabuloso Eminem. Enfim, às vezes as pessoas excedem-se. Muito bom mesmo.




Retomaremos a emissão dentro de breves instantes.
Obrigado.

quarta-feira, setembro 05, 2007

No Comment...

terça-feira, setembro 04, 2007

Instant Portraits #7

Fotografia: L. Romudas. Sílvia, Nélson (just married) e Rui (paparazzo).

segunda-feira, setembro 03, 2007

Coisas estranhas para ocupar as suas portas USB #1

As portas USB do seu computador são uma verdadeira maravilha da informática. Universal Serial Bus, como o nome indica, serve para ligar todo o tipo de periféricos ao seu computador, sejam eles impressoras, leitores de MP3, modem, ratos ou teclados, tudo funciona através do mesmo interface. No entanto há, também, toda uma parafernália de objectos de utilidade questionável, que pouco ou nada têem a ver com informática, e que usam as mesmas portas mágicas.

(para ser lido como se estivesse a apresentar um produto TVShop)

Está farto de ser interrompido pelos seus colegas enquanto vê imagens de mulheres libidinosas no ecran do seu computador? O barulho que a sua colega faz enaquanto masca aquela eterna pastilha elástica põe-lhe os nervos em franja? Não desespere! Agora o último grito em arsenal de escritório está ao seu alcance pela módica quantia de um punhado de euros! É o USB Missile Launcher da Gadget-Box! Uma fantástica arma contra o aborrecimento nas soturnas repartições públicas e uma fabulosa defesa contra os vapirescos chefes do sector privado! Aponte e abata os seus inimigos a partir da sua própria secretária!

O software é compatível apenas com sistemas Windows, uma vez que os utilizadores Mac não têem tempo para brincadeiras, não se sabe bem porquê.

Egosciente, o único blog que não fala sobre a vinda de representantes das FARC ao Avante!

Porque não vêm! Quem vem é uma delegação do Partido Comunista Colombiano, que a única coisa que tem a ver com as FARC é servir de intermediário entre estas e o Governo. E se o PCC tivesse mais alguma coisa a ver com as FARC pergunto-me se ainda existiria. Provavelmente não, não é? Mas esses doutos senhores da blogosfera que agora passam os dias a escrever títulos tão sugestivos e estúpidos como "A Festa da miséria", ou "Bandidagem na Festa do Avante outra vez", ou mesmo "A Festa dos Assassinos", andam ocupados demais a soltar vitupérios e asneirada da grossa para pensarem um bocadinho e lavarem as ramelas de centro-direita-liberal-conservadora que lhes toldas as vistas.

Pronto, já passou. É que esta, pelo que vejo, rara capacidade de ver as coisas como elas são que eu tenho, às vezes, traz-me alguns dissabores porque não seguro nem os dedos nem a lígua.

Bem, e o Egosciente deixou de ser o único blog que não falava disto...

domingo, setembro 02, 2007

Como soa o português?

Sim, como soa o português? Nenhum de nós sabe, em boa verdade, responder porque simplesmente entendemos o idioma. Sabemos como soa o alemão, o mandarin ou o russo, mas não sabemos a que soa o português porque estamos dentro dele. No entanto, o senhor Fernando Venâncio do Aspirina B propõe um exercício simples que consite em ler o texto que se segue (do qual apenas fica aqui um excerto) a um amigo ou melhor: fazer com que um amigo nos leia o texto a nós, e ficamos com uma ideia de como soa a nossa língua, mesmo não percebendo nada do texto. Aliás, é essa a intenção.

"O VAGANAU

Quando, nesse dia, a grande zorata se escabajou, fachona e esampada, lastraram-se os macanjos, não os mais coitanaxes, mas os futres. As récegas, ainda mal forjicadas por uns chambris sem galilé, experluxavam todas murzangas e resulhas, debaixo do mesoneiro.(continua aqui)"

Nota: "Este texto foi composto com vocábulos retirados de obras ficcionais de Aquilino Ribeiro."

P.S.: É genial, não é?

sábado, setembro 01, 2007

Mais um dia de saltos no Terródromo de Arraiolos

Já aqui tinha falado nestes senhores há uns dias. Fiquem agora com uma pequena série de fotografias tiradas hoje, durante mais uma sessão de saltos do grupo Skydive Portugal, para lhe apimentar a curiosidade.

(Foto acima: "WARNING: ZEBRA LANDING ZONE")

Fotografias: L. Romudas

sexta-feira, agosto 31, 2007

Something stirs in the shadows...

"De que serve terra à vista se o barco está parado?"
P. Abrunhosa

* * *


As revoluções começam na pessoa, no indivíduo, no sujeito. As revoluções não são presidentes depostos, nem reis decapitados. As revoluções são um olhar, uma ideia, um conceito que se cria na mente de um indivíduo que o faz querer mudar a realidade em que vive. E é aí, no preciso momento em que esse conceito se cria, que começa a revolução. No entanto, é o passo seguinte o mais difícil. Desengane-se quem pensa que o primeiro passo é o mais complicado de dar. Se já viu uma criança começar a andar deve saber que há muitos primeiros passos, mas só a partir do segundo é que podemos dizer que a criança realmente anda. É o equilíbrio, sim. É o equilíbrio e a coragem de tentar repetir o primeiro gesto que move a criança. Assim o é também com as revoluções. Tenham elas o intuito de libertar um povo da opressão, ou tenham o, aparentemente simples, intuito de libertar uma pessoa dos grilhões que a prendem ao seu modo de vida, aos seus vícios, às suas paranóias mundanas, enfim, a si mesmo. Uma revolução é uma revolução. Seja colectiva ou individual tem o mesmo significado, tem o mesmo princípio e, no fundo, tem o mesmo fim: a liberdade. Liberdade relativa, e socialmente aceite, mas liberdade, sem dúvida. E qual é, afinal, esse segundo passo, tão difícil de dar? Resposta tão simples que parece complicada de tão simples que é: o segundo passo é agir. Mudar. Transformar. Alterar. Transmutar. Modificar qualquer coisa. Por mais simples e insignificante que possa parecer essa coisa, mudá-la, é o nosso segundo passo. Seja ele deixar de fumar, começar a fazer exercício físico ou simplesmente começar a cumprimentar toda a gente na rua, é o passo mais importante. Porquê? Porque mudamos uma atitude. E nós somos as nossas atitudes porque as atitudes pressupõem uma personalidade, uma personalidade única, e essa atitude que mudamos, a primeira atitude que mudamos, é a perfeita imagem dos ideais da nossa revolução. É como o negativo da nossa revolução. É o embrião da nossa revolução. Seja ela, como já disse, colectiva ou individual.

Primeiro iluminam-se as mentes, depois inflamam-se os espíritos, junte-lhe uma pitadinha de coragem para agir e em breve terá a sua revoluçãozinha. Atenção, porque é preciso combinar estas três coisas muito bem já que com uma por si só não conseguirá nada.

E aqui está o meu primeiro passo. Já com balanço suficiente para o segundo, mas é apenas o primeiro.

Fotografia e texto: L. Romudas

O Mundo sem nós

O que aconteceria se, subitamente, a Humanidade desaparecesse?
Nada de mal, muito pelo contrário. Tudo cresceria de novo, como no principio dos tempos. Pelo menos é o que este senhor aqui pensa. Verosímil ou não, é um exercício bastante engraçado e uma excelente manobra de marketing. Vejam com atenção e reflictam, vá, não custa nada. Todos a reflectir.
Roubado a um cão com pulgas.

quinta-feira, agosto 30, 2007

Little Drummer

Fotografia: L. Romudas num ensaio dos Txtapum, um grupo de percussão sediado em Arraiolos.

Scolari chama Pepe para integrar a Selecção Internacional Portuguesa

E tudo com a autorização do Führer Madaíl. Não que eu discorde desta opção, assim como não discordo da opção Deco, apesar de achar que é minimamente estúpido, reparem no eufemismo, chamar à selecção nacional portuguesa gente que nasceu noutro continente. Uma coisa são os luso-descendentes, outra coisa são gajos de nome Kleper Laveran Lima Ferreira, a. k. a. Pepe, brasileiro de gema. Mas tudo bem. A malta até desculpa a coisa se trouxermos alguma tacinha desta vez.

E já que estamos numa de dar nacionalidades a quem não as tem, porque não não atribuir a nacionalidade costa-marfinense ao Nuno Gomes? Quem diz costa marfinense, diz cubana, ou haitiana, ou congolesa, ou até mesmo maltesa. Porque não? O gajo joga mal, ou melhor, não joga de todo, mas mesmo assim seria uma belíssima aquisição para qualquer um dos países acima referidos. Para além, claro, de nos pouparmos às gargalhadas que o ponta-de-lança benfiquista suscita nos adversários. Ficávamos todos a ganhar.

Fica a ideia.

quarta-feira, agosto 29, 2007

Instant Portraits #6

Fotografia: L. Romudas

terça-feira, agosto 28, 2007

E para quebrar o gelo do post anterior...

Parabéns à RTP 2 pela duocentésima septuagésima terceira reposição da série Friends. Não consigo fartar-me daquelas seis aves raras. Sitcoms há muitas, sitcoms boas há umas quantas, mas como a Friends há poucas. Muito poucas.