A próxima alminha que me disser que a informática é uma ciência exacta, ou que o material tem sempre razão, ou que o Windows é o melhor SO, engole um punho fechado. Ai engole engole!
segunda-feira, janeiro 21, 2008
Gostava de ser um bytezinho para ver o que lá vai dentro
A próxima alminha que me disser que a informática é uma ciência exacta, ou que o material tem sempre razão, ou que o Windows é o melhor SO, engole um punho fechado. Ai engole engole!
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 12:15 da tarde 1 comentários
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Blasted Mechanism - We
(Sim, é uma guitarra portuguesa. Sim, é o António Chaínho.
'Tá brutal, não 'tá?)
"We were made for much more,
made for anything we want"
Etiquetas: Música
Publicada por L. Romudas às 5:04 da tarde 3 comentários
Elevando o Nível Intelectual com: Anton Tchekhov
"«Amo-o. A minha vida, a minha felicidade, tudo depende de si! Perdoe-me esta confissão, mas não podia sofrer mais em silêncio. Espero de si mais compaixão que amor. Apareça hoje às oito da noite no velho pavilhão. Acho desnecessário escrever o meu nome, mas não receie o anonimato: sou jovem e atraente. O resto que lhe importa?»Depois de ler esta carta, Pavel Ivanitch Vikhotsev, homem casado, de moral saudável, encolheu os ombros e coçou a testa, confundido.
«Mas que diabo vem a ser isto? Enviar carta tão estranha... e estúpida a um homem casado! Quem será a autora?»
Pavel Ivanitch virou e revirou a carta, leu-a mais uma vez e cuspiu."
Edições Ráduga
Etiquetas: Literatura
Publicada por L. Romudas às 1:23 da tarde 0 comentários
A terceira fita de 2008 - Frida
A história é impressionante. Haverá poucas histórias assim: impressionantes e verídicas. Tenho para mim que fazer um bom filme biográfico é bem mais dificil do que fazer um bom filme de outro género qualquer. O que conta não é só a produção, o argumento, o elenco, a caracterização, ou mesmo os efeitos especiais. O que conta é a capacidade do realizador (neste caso, realizadora) de entrar na pele do sujeito retratado, comprendê-lo, compreender o seu universo, e conseguir transmitir isso, directamente ou não, para o espectador. Julie Taymor, realizadora pouco conhecida em Hollywood, conseguiu isso muito bem. As fusões da realidade com as pinturas de Frida estão fabulosas. Tão subtis que, apesar de vermos um ou outro pestanejar, continuamos na dúvida se serão os actores ou ainda é a tela de Kahlo. As cores saturadas, os vermelhos, os amarelos, os azuis fortes, proliferam naquele México tanto quanto proliferam nas obras de Frida. Ao longo do filme, ao conhecermos o seu mundo, temos a sensação de estar sempre a olhar para os seus quadros, e no fundo é isso mesmo que está a acontecer. Á medida que vamos conhecendo esse mundo, vamos percebendo que o filme não passa de uma pintura de Frida em movimento. Uma vida de extremos, carregada de sofrimento, dor, alegria e amor. Salma Hayek está esplendorosa, diga-se de passagem. Molina está muito bem também, parece um bom gigante mas basta atacar o socialismo Marxista que ferve num instante e vai para a cama com todo o rabo de saias que apanha. Frida também. Enfim...(*) Apesar de não ter visto mais nenhum filme de Taymor. No entanto agora está na minha lista de prioridades.
Etiquetas: Cinema
Publicada por L. Romudas às 12:22 da tarde 1 comentários
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Quem tem telhados de vidro...
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 6:07 da tarde 1 comentários
Há quanto tempo não vê você uma coisa destas?!
Volta Mirazinha, 'tas perdoada!
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 1:34 da tarde 0 comentários
quarta-feira, janeiro 16, 2008
Um Cêntimo
Primeiro que tudo há que perceber que um cêntimo é um centésimo de euro, na moeda antiga dois escudos, e não há nada que custe isso, nem sequer as máquinas de tabaco o querem. O único objectivo da moeda de 1 cêntimo é somente servir de troco, ou se quiserem, de demasia. A coitada passa completamente ao lado do primordial objectivo do dinheiro: aquisição de bens. E, tirando os cromos que "fazem colecção" de moedas de cêntimo, ninguém compra nada com o raio da moeda. Por outro lado, é legítimo pensar que ao deixarmos todos os dias 1 cêntimo de gorjeta à senhora da padaria, são 3.65 € por ano que a tipa ganha, e se multiplicarmos por 30 ou 40 clientes diários depressa chegamos à conclusão que a moeda de cêntimo é uma ferramenta do capitalismo com vista a lucrar com a condescendência do consumidor.
Ora, tendo em conta isto tudo o que é que se pode fazer com a inútil da moeda? Bem, se o caro leitor for um maquiavélico filantropo pode sempre encher boiões de compota de moedas de cêntimo e oferecê-las, não sem algum sarcasmo, aos mais necessitados. Se for um fanático das missangas pode fazer colares e pulseiras maravilhosas. Ou se for como eu, passa por sovina 50 vezes e vai beber um simples café, de consciência tranquila porque aquela meia centena de insípidas moedas cumpriram, pelo menos uma vez, o seu objectivo de vida.
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 6:22 da tarde 2 comentários
A herança de C. Ronaldo
Eric Cantona 1 - Sunderland 0
Manchester, 1996
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 1:16 da tarde 2 comentários
terça-feira, janeiro 15, 2008
E agora algo completamente diferente: A LEI DO TABACO!
Eu, alentejano me assumo.
"Nunca tive tanta noção de o tabaco ser uma droga como nos últimos 15 dias, após ler textos alucinados por parte de colunistas habitualmente respeitáveis como Vasco Pulido Valente ou Miguel Sousa Tavares. O que eles têm escrito sobre a nova lei do tabaco, deitando mão a comparações que deviam envergonhar qualquer pessoa que tenha lido dois livros de História, é de tal modo inconcebível que só se explica pela carência de nicotina. Eles fingem que um café inundado de fumo é coisa que não incomoda ninguém. Eles chamam fascismo a uma decisão que chateia dois milhões de portugueses e protege oito milhões. E Sousa Tavares conseguiu mesmo a proeza de afirmar no Expresso, sem corar de vergonha, que a lei faz "lembrar, irresistivelmente, os primeiros decretos antijudeus da Alemanha nazi". Ora, isto não é texto de um colunista prestigiado - isto é conversa de um junkie a quem o dealer cortou na dose. Faço, pois, votos que os fumadores descompensados acabem de ressacar rapidamente, para o bom senso regressar e nós podermos voltar a lê-los com gosto."
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 3:15 da tarde 1 comentários
Descubra as diferenças
Etiquetas: Cinema
Publicada por L. Romudas às 12:04 da tarde 0 comentários
segunda-feira, janeiro 14, 2008
A segunda fita de 2008 - Barry Lyndon
O filme é velho, de 1975, e o romance original ainda mais, de 1844. Mas não se nota. A história da ascensão e queda de Redmond Barry Lyndon podia ser adaptada a qualquer época histórica e filmada em qualquer altura, desde que fosse realizada, como foi, por Stanley Kubrick, que transforma uma história mediana em algo que roça o excelente. A história é simples: jovem de média classe aspira às altas esferas da sociedade, e, apesar de conseguir lá chegar, não consegue manter o estatuto. O filme está mesmo dividido ao meio com a a palavra "Intermission". A primeira parte trata da ascensão, a segunda da queda. Como disse, uma história mediana. O que me fascinou no argumento foram as personagens e o elenco escolhido para as representar. Não há personagens boas nem más. Todas têm as suas razões para fazer o que fazem e, se num momento (por exemplo) podemos censurar Barry por ter espancado o seu enteado, no momento seguinte apetece-nos fazer o mesmo (ver video abaixo). O que me agradou no elenco é que não há gente demasiado bonita. As personagens demasiado bonitas são inverosímeis, e Kubrick sabe disso. Na verdade conseguiu uma perfeita sintonia entre personagens e intérpretes.Inspirado pelos pintores da época, Kubrick, compôs cenários campestres tão assombrosos como simples e naturais. Tira partido das linhas rectas dos luxuosos palácios do século XVII para transmitir, ora a solidão e inutilidade de um palácio gigante ocupado por uma mão cheia de pessoas, ora a opressão que toda aquela opulência e futilidade faz cair sob o ombro das personagens. Reza a lenda que Alcott, o director de fotografia, terá encomendado um conjunto de lentes especiais à NASA que lhe permitissem filmar uma cena apenas com luz de velas. Não consegui confirmar a veracidade disto (o que sei veio da Wikipedia), o que é certo é que essas cenas estão muito bem filmadas, tão bem filmadas que é quase possível sentir o cheiro adocicado da cêra quente. E quem usa tão bem a luz também sabe usar o som. Joga mais com os silêncios do que com banda sonora, atirando a "realidade" da acção à cara do espectador, mantendo-o bem acordado e atento apesar da fleuma que caracteriza este tipo de romance.
Em suma, é um excelente filme, mas não sublime, simplesmente porque há poucos filmes sublimes e este não é um deles. Não é indispensável, mas é muito, muito interessante, ainda para mais para um aprendiz de fotógrafo. A Time diz que é um dos 100 melhores de sempre e a Academia deu-lhe quatro Oscares. Bem, não tenho razões para discordar.
Etiquetas: Cinema
Publicada por L. Romudas às 6:43 da tarde 0 comentários
sábado, janeiro 12, 2008
Palavras de que gosto: Pusilânime
«E ela, fingindo não gostar do apalpão, teve a menos instintiva das atitudes e pontapeou-o pusilanimemente em cheio nos "cojones".»
«Ele, pusilânime, lembrando-se das palavras da sua mãezinha "não aceites nada de estranhos" mandou-a fechar as pernas e ir para casa.»
Para o ignorante preguiçoso: Pusilânime: adj. e s. 2 gén., que ou aquele que é fraco de ânimo; tímido; cobarde; medroso; poltrão.
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 12:59 da tarde 1 comentários
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Monty Python e a problemática da aeronáutica ovina
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 7:41 da tarde 0 comentários
quinta-feira, janeiro 10, 2008
Novo anexo
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 1:56 da tarde 0 comentários
terça-feira, janeiro 08, 2008
A primeira fita de 2008 - Delírios
Digamos que é uma espécie de filme de sábado à tarde mas melhor. Muito melhor. Michael Pitt, na pele do jovem sem-abrigo Toby, muito natural e honesto, a deixar-se levar ao sabor dos acontecimentos a partir do momento que conhece o não tão honesto paparazzo (pois é: paparazzo é o singular de paparazzi, senhor realizador) Les Galantine (Steve Buscemi). E esse sabor dos acontecimento é tão frenético que num dia Toby está a beijar um cartaz de K'harma, a Britney Spears da história, e no outro está num minúsculo jacuzzi com ela. O que é interessante é que isto acontece quase sem darmos conta, de tão natural e verosímil que é. Pode acontecer a qualquer um... Que seja tão bem parecido como Pitt, claro. Em suma: um conto de fadas à século XXI, mas bem contado, sem grandes artifícios, sem aquela histeria colegial e infantil que polvilha os "clássicos" de sábado à tarde. Portanto, apesar de não ser algo brilhante, vale a pena ver. Além do mais, tem Gina Gershon que é uma espécie de vinho do Porto já com uns aninhos em cascas de carvalho. Nham nham!Leva, vá, 3 estrelas em 5 possíveis.
Etiquetas: Cinema
Publicada por L. Romudas às 8:38 da tarde 3 comentários
domingo, janeiro 06, 2008
sábado, janeiro 05, 2008
sexta-feira, janeiro 04, 2008
Ora bolas...
- Ana de Amsterdam
- Bandeira ao Vento
- Cão Com Pulgas
- Diário
- Inépcia
- Irmão Lúcia
- Obvious
- O Efeito Gorskii
- Photo-a-trois
- RAIM's Blog
P.S.: Feliz Ano Novo.
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 1:50 da tarde 0 comentários
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Like a Splashing Stone
Etiquetas: Fotografia (Pessoas)
Publicada por L. Romudas às 5:37 da tarde 1 comentários
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Wallpaper
Etiquetas: Fotografia (Locais), Fotografia (Objectos)
Publicada por L. Romudas às 7:35 da tarde 0 comentários









