terça-feira, janeiro 22, 2008

Elevando o Nível Intelectual com: Leonardo Da Vinci


«A Chama e a Vela»

«As chamas, vivendo há já um mês nos fornos do vidreiro, viram aproximar-se uma vela, num belo e lustroso candelabro, e com grande desejo tentavam encostar-se a ela. Uma das chamas, deixando o seu curso natural, enfiou-se num tição apagado, de que se nutria, e saindo pelo outro lado por uma pequena fenda, atirou-se à vela, que estava próxima, e com extrema gula e avidez a devorou até ao fim; e querendo prolongar-lhe a vida, em vão tentou voltar ao forno donde partira mas foi obrigada a finar-se e morrer juntamente com a vela; assim, com prantos e arrependimentos, em fastidioso fumo se transformou, deixando as irmãs em longa vida e resplandecente beleza.»

Leonardo Da Vinci
Bestiário, Fábulas e Outros Escritos
Assírio & Alvim

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Uma das melhores séries portuguesas de sempre: Paraíso Filmes

Paraíso Filmes & Egosciente
Apresentam:

Shôr Aníbal




Agradecimentos: PFTv.

Palavra de que gosto: Usucapião

Usucapião
  • do Lat. usucapione; s. f., Jur.;
  • modo antigo de aquisição de propriedade, pela posse pacífica e contínua durante certo tempo;
  • espécie de prescrição.
Tipo, um okupa pode ficar com uma casa se, tipo, se conseguir aguentar lá tempo suficiente, 'tás a ver, pá?

Gostava de ser um bytezinho para ver o que lá vai dentro

Suponhamos que o caro leitor, há 3 anos atrás, gastou 1500 € num computador artilhado com o topo de gama de quase tudo. Licença de Windows XP incluída. Três anos volvidos, a máquina continua a trabalhar como se fosse o primeiro dia, não recusa nenhum jogo por mais recente que seja e debita gráficos na perfeição. Sem downloads directos, uma vez que a ligação wireless ao modem só funcionou durante um punhado de horas, o disco vai sendo atafulhado muito lentamente. Música, séries televisivas, fotografia, jogos e software, como AutoCAD, Architectural Desktop, StudioWiz, ou Photoshop. Pouco a pouco, tão pouco que o olho humano nem deu por isso, os 160 gigabytes do disco foram todos ocupados. "Muito bem. Seja como for, já estava na hora de fazer backups". E lá começa a penosa tarefa de gravar cerca de 100 gigas de informação em DVDs de 4.7. Ao chegar ao 4º DVD, subitamente, a máquina não deixa gravar mais nada. O Nero não quer abrir. "Mau Maria!". Tenta abrir o AutoCAD porque afinal de contas tem que terminar um trabalho para entregar nas próximas horas. Nada. O AutoCAD resfolega e deixa-o apeado. "Ai tu queres ver?!". Mas ver o quê? Já tinha 20 gigas livres, devia estar a trabalhar como um mouro que se preze. Photoshop. Niente. Nada. Zero. Nickles. Exceptuando o Media Player e as outras aplicações do Windows, foi tudo ao ar. Deixaram as pastas, tristonhas, cabisbaixas, absolutamente desertas e fugiram. Não teriam pago a renda ao Sr. Windows e este, como retaliação, expulsou-os de suas casas?! Ou foram eles que as abandonaram por sua conta e risco?! Não sei. Nem nenhum dos "geeks" que conheço me conseguiu dar uma explicação lógica para isto. Um XP que guarda os dados e apaga software. Tão raro como o Yeti. Um verdadeiro fenómeno do Entrocamento, mas ao contrário. E tinha logo que me calhar a mim.

A próxima alminha que me disser que a informática é uma ciência exacta, ou que o material tem sempre razão, ou que o Windows é o melhor SO, engole um punho fechado. Ai engole engole!

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Blasted Mechanism - We

Uma das melhores músicas dos últimos anos em terras lusas. E um dos melhores videoclips também.



(Sim, é uma guitarra portuguesa. Sim, é o António Chaínho.
'Tá brutal, não 'tá?)

"We were made for much more,
made for anything we want"


Elevando o Nível Intelectual com: Anton Tchekhov

"«Amo-o. A minha vida, a minha felicidade, tudo depende de si! Perdoe-me esta confissão, mas não podia sofrer mais em silêncio. Espero de si mais compaixão que amor. Apareça hoje às oito da noite no velho pavilhão. Acho desnecessário escrever o meu nome, mas não receie o anonimato: sou jovem e atraente. O resto que lhe importa?»
Depois de ler esta carta, Pavel Ivanitch Vikhotsev, homem casado, de moral saudável, encolheu os ombros e coçou a testa, confundido.
«Mas que diabo vem a ser isto? Enviar carta tão estranha... e estúpida a um homem casado! Quem será a autora?»
Pavel Ivanitch virou e revirou a carta, leu-a mais uma vez e cuspiu."

Anton Tchekhov - Contos e Novelas
Edições Ráduga

A terceira fita de 2008 - Frida

A história é impressionante. Haverá poucas histórias assim: impressionantes e verídicas. Tenho para mim que fazer um bom filme biográfico é bem mais dificil do que fazer um bom filme de outro género qualquer. O que conta não é só a produção, o argumento, o elenco, a caracterização, ou mesmo os efeitos especiais. O que conta é a capacidade do realizador (neste caso, realizadora) de entrar na pele do sujeito retratado, comprendê-lo, compreender o seu universo, e conseguir transmitir isso, directamente ou não, para o espectador. Julie Taymor, realizadora pouco conhecida em Hollywood, conseguiu isso muito bem. As fusões da realidade com as pinturas de Frida estão fabulosas. Tão subtis que, apesar de vermos um ou outro pestanejar, continuamos na dúvida se serão os actores ou ainda é a tela de Kahlo. As cores saturadas, os vermelhos, os amarelos, os azuis fortes, proliferam naquele México tanto quanto proliferam nas obras de Frida. Ao longo do filme, ao conhecermos o seu mundo, temos a sensação de estar sempre a olhar para os seus quadros, e no fundo é isso mesmo que está a acontecer. Á medida que vamos conhecendo esse mundo, vamos percebendo que o filme não passa de uma pintura de Frida em movimento. Uma vida de extremos, carregada de sofrimento, dor, alegria e amor. Salma Hayek está esplendorosa, diga-se de passagem. Molina está muito bem também, parece um bom gigante mas basta atacar o socialismo Marxista que ferve num instante e vai para a cama com todo o rabo de saias que apanha. Frida também. Enfim...

Apesar de ter usado poucas palavras para caracterizar este filme acreditem que este é daqueles indispensáveis. Não só como documento histórico, mas também artístico: a incrível história de uma das melhores pintoras do Mundo contada por uma das melhores contadoras de histórias do Mundo(*). Leva 5 em 5 e não se fala mais nisso.


(*) Apesar de não ter visto mais nenhum filme de Taymor. No entanto agora está na minha lista de prioridades.

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Quem tem telhados de vidro...

O Sporting, o meu Sporting, anda pelas ruas da amargura. Não bastava o penteado do mister Bento e a carantonha do Ronny, agora são os resultados e exibições de bradar aos céus. O Benfica não anda melhor, com o señor Camacho a proferir a palavra "fodidos" numa conferência de imprensa e Luisão a chegar a roupa ao pêlo do grego Katsouranis. Até agora quem se ria era o F.C.P. Até agora. E digo "até agora" porque a partir do momento que dos quadros do clube faz parte um individuo de nome Rabiola (sim, leu bem), duvido da legitimidade dos portistas para gozar seja com o que for. Mas preocupado, preocupado, mesmo preocupado, deve andar Hélder Barbosa, a acreditar no título desta notícia.

Há quanto tempo não vê você uma coisa destas?!

Pois é, aboliram as miras técnicas e substituíram-nas por incompreensíveis jogos de palavras e televendas atafulhadas de remédios milagrosos para emagrecer, chaves de fendas supersónicas e máquinas de ginástica saídas da ficção científica. Dantes, um gajo chegava a casa às tantas da noite, ligava a televisão e, se tivesse a sorte de não apanhar estática e o incomodativo "shshshshsh", só havia outra hipótese: a colorida mira técnica e um hipnótico "pííííí". Completamente inofensivo. Agora, corremos o risco de passar horas a olhar, como o jumento para o pálacio, para jogos de palavras a tentar percebê-los ou para os fartos seios das apresentadoras. Ou ainda pior, acordamos com um senhor da SEUR a bater à porta para nos entregar coisas fabulosamente úteis e giras, como um aspiradorzinho USB, ou uma torradeira do Mickey.

Volta Mirazinha, 'tas perdoada!

quarta-feira, janeiro 16, 2008

Um Cêntimo

Paraliso cada vez que é suposto receber um, dois ou três cêntimos de troco. Se bem que essa paralisia momentânea é bem mais pujante aquando da recepção da mais insignificante e estúpida moeda de euro. Por alguma razão que desconheço a minha psique sente-se confusa entre passar por forreta e aceitar a minúscula moeda, ou disfaçar-se de esbanjadora e não aceitar.

Primeiro que tudo há que perceber que um cêntimo é um centésimo de euro, na moeda antiga dois escudos, e não há nada que custe isso, nem sequer as máquinas de tabaco o querem. O único objectivo da moeda de 1 cêntimo é somente servir de troco, ou se quiserem, de demasia. A coitada passa completamente ao lado do primordial objectivo do dinheiro: aquisição de bens. E, tirando os cromos que "fazem colecção" de moedas de cêntimo, ninguém compra nada com o raio da moeda. Por outro lado, é legítimo pensar que ao deixarmos todos os dias 1 cêntimo de gorjeta à senhora da padaria, são 3.65 € por ano que a tipa ganha, e se multiplicarmos por 30 ou 40 clientes diários depressa chegamos à conclusão que a moeda de cêntimo é uma ferramenta do capitalismo com vista a lucrar com a condescendência do consumidor.

Ora, tendo em conta isto tudo o que é que se pode fazer com a inútil da moeda? Bem, se o caro leitor for um maquiavélico filantropo pode sempre encher boiões de compota de moedas de cêntimo e oferecê-las, não sem algum sarcasmo, aos mais necessitados. Se for um fanático das missangas pode fazer colares e pulseiras maravilhosas. Ou se for como eu, passa por sovina 50 vezes e vai beber um simples café, de consciência tranquila porque aquela meia centena de insípidas moedas cumpriram, pelo menos uma vez, o seu objectivo de vida.

A herança de C. Ronaldo



Eric Cantona 1 - Sunderland 0
Manchester, 1996

terça-feira, janeiro 15, 2008

E agora algo completamente diferente: A LEI DO TABACO!

Ainda aqui não tinha dado a minha opinião sobre a polémica lei que faz com fiquemos, eu fumador me assumo, à porta da maior parte dos cafés e restaurantes. E como bom português que sou sinto-me na obrigação de dar a minha opinião, ainda que ninguém ma peça, portanto, cá vai... Bem, melhor ainda é dar a minha opinião, sobre a tal lei e as suas consequências, através da opinião de outra pessoa que já teve o incomensurável trabalho de a escrever. Isto, não só é autenticamente português, note-se, como tipicamente alentejano.
Eu, alentejano me assumo.

"Nunca tive tanta noção de o tabaco ser uma droga como nos últimos 15 dias, após ler textos alucinados por parte de colunistas habitualmente respeitáveis como Vasco Pulido Valente ou Miguel Sousa Tavares. O que eles têm escrito sobre a nova lei do tabaco, deitando mão a comparações que deviam envergonhar qualquer pessoa que tenha lido dois livros de História, é de tal modo inconcebível que só se explica pela carência de nicotina. Eles fingem que um café inundado de fumo é coisa que não incomoda ninguém. Eles chamam fascismo a uma decisão que chateia dois milhões de portugueses e protege oito milhões. E Sousa Tavares conseguiu mesmo a proeza de afirmar no Expresso, sem corar de vergonha, que a lei faz "lembrar, irresistivelmente, os primeiros decretos antijudeus da Alemanha nazi". Ora, isto não é texto de um colunista prestigiado - isto é conversa de um junkie a quem o dealer cortou na dose. Faço, pois, votos que os fumadores descompensados acabem de ressacar rapidamente, para o bom senso regressar e nós podermos voltar a lê-los com gosto."

João Miguel Tavares in Diário de Notícias 15/01/2008


Ah, por falar nisso:

Neste estabelecimento.

Descubra as diferenças













O da esquerda é Geoffrey Rush (o Barbossa do Piratas das Caraíbas), o da direita é James Woods (o famigerado advogado Sebastian Stark na série Lei do Mais Forte). Acreditem ou não, até anteontem pensava que eram a mesma pessoa. Hoje, finalmente tirei as teimas. E em boa hora o fiz: tenho dormido mal, como se tivesse uma espinha atravessada no cérebro. Talvez seja disto. Espero bem que seja disto.


segunda-feira, janeiro 14, 2008

A segunda fita de 2008 - Barry Lyndon

O filme é velho, de 1975, e o romance original ainda mais, de 1844. Mas não se nota. A história da ascensão e queda de Redmond Barry Lyndon podia ser adaptada a qualquer época histórica e filmada em qualquer altura, desde que fosse realizada, como foi, por Stanley Kubrick, que transforma uma história mediana em algo que roça o excelente. A história é simples: jovem de média classe aspira às altas esferas da sociedade, e, apesar de conseguir lá chegar, não consegue manter o estatuto. O filme está mesmo dividido ao meio com a a palavra "Intermission". A primeira parte trata da ascensão, a segunda da queda. Como disse, uma história mediana. O que me fascinou no argumento foram as personagens e o elenco escolhido para as representar. Não há personagens boas nem más. Todas têm as suas razões para fazer o que fazem e, se num momento (por exemplo) podemos censurar Barry por ter espancado o seu enteado, no momento seguinte apetece-nos fazer o mesmo (ver video abaixo). O que me agradou no elenco é que não há gente demasiado bonita. As personagens demasiado bonitas são inverosímeis, e Kubrick sabe disso. Na verdade conseguiu uma perfeita sintonia entre personagens e intérpretes.



Inspirado pelos pintores da época, Kubrick, compôs cenários campestres tão assombrosos como simples e naturais. Tira partido das linhas rectas dos luxuosos palácios do século XVII para transmitir, ora a solidão e inutilidade de um palácio gigante ocupado por uma mão cheia de pessoas, ora a opressão que toda aquela opulência e futilidade faz cair sob o ombro das personagens. Reza a lenda que Alcott, o director de fotografia, terá encomendado um conjunto de lentes especiais à NASA que lhe permitissem filmar uma cena apenas com luz de velas. Não consegui confirmar a veracidade disto (o que sei veio da Wikipedia), o que é certo é que essas cenas estão muito bem filmadas, tão bem filmadas que é quase possível sentir o cheiro adocicado da cêra quente. E quem usa tão bem a luz também sabe usar o som. Joga mais com os silêncios do que com banda sonora, atirando a "realidade" da acção à cara do espectador, mantendo-o bem acordado e atento apesar da fleuma que caracteriza este tipo de romance.

Em suma, é um excelente filme, mas não sublime, simplesmente porque há poucos filmes sublimes e este não é um deles. Não é indispensável, mas é muito, muito interessante, ainda para mais para um aprendiz de fotógrafo. A Time diz que é um dos 100 melhores de sempre e a Academia deu-lhe quatro Oscares. Bem, não tenho razões para discordar.

Leva 4,5 de 0 a 5.

sábado, janeiro 12, 2008

Palavras de que gosto: Pusilânime

Por exemplos:

«E ela, fingindo não gostar do apalpão, teve a menos instintiva das atitudes e pontapeou-o pusilanimemente em cheio nos "cojones".»

«Ele, pusilânime, lembrando-se das palavras da sua mãezinha "não aceites nada de estranhos" mandou-a fechar as pernas e ir para casa.»


Para o ignorante preguiçoso: Pusilânime: adj. e s. 2 gén., que ou aquele que é fraco de ânimo; tímido; cobarde; medroso; poltrão.

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Monty Python e a problemática da aeronáutica ovina



A qualidade do discurso de John Cleese (o "engenheiro" mais alto) é de levar um Baudelaire às lágrimas de desespero, mas a eloquência, meus senhores, é de fazer envergonhar Mário Viegas a recitar Camões. Brilhante.

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Novo anexo

Não sei se repararam mas este estabelecimento tem andado em obras de alargamento. É a natureza humana. Por melhor que as coisas estejam há sempre espaço para mais obras. Portanto, aprovado por estudos do LNEC, da CIP e um ou dois pareceres da Quercus, foi construído mais um anexo, ao lado do já existente Party Log, para onde irão, apenas e só, as fotografias tiradas aqui pelo vosso mestre taberneiro. Agora em tamanho grande, não terão mais desculpas os míopes e os astigmatas para não as verem. Quanto aos invisuais não há nada a fazer, já que a tuberculose levou Louis Braille antes deste ter criado um código que servisse.

Portanto, pelo poder com que Deus e o Blogger me agraciaram, tenho o prazer de vos apresentar a... (rufar de tambores):Enjoy it.

terça-feira, janeiro 08, 2008

A primeira fita de 2008 - Delírios

Digamos que é uma espécie de filme de sábado à tarde mas melhor. Muito melhor. Michael Pitt, na pele do jovem sem-abrigo Toby, muito natural e honesto, a deixar-se levar ao sabor dos acontecimentos a partir do momento que conhece o não tão honesto paparazzo (pois é: paparazzo é o singular de paparazzi, senhor realizador) Les Galantine (Steve Buscemi). E esse sabor dos acontecimento é tão frenético que num dia Toby está a beijar um cartaz de K'harma, a Britney Spears da história, e no outro está num minúsculo jacuzzi com ela. O que é interessante é que isto acontece quase sem darmos conta, de tão natural e verosímil que é. Pode acontecer a qualquer um... Que seja tão bem parecido como Pitt, claro. Em suma: um conto de fadas à século XXI, mas bem contado, sem grandes artifícios, sem aquela histeria colegial e infantil que polvilha os "clássicos" de sábado à tarde. Portanto, apesar de não ser algo brilhante, vale a pena ver. Além do mais, tem Gina Gershon que é uma espécie de vinho do Porto já com uns aninhos em cascas de carvalho. Nham nham!

Leva, vá, 3 estrelas em 5 possíveis.

domingo, janeiro 06, 2008

Kite


Fotografia: L. Romudas.

sábado, janeiro 05, 2008

Cliché

Fotografia: L. Romudas. V. N. Milfontes

sexta-feira, janeiro 04, 2008

Ora bolas...

Ainda aqui não se tinha festejado o Ano Novo. Ainda nem se comeram as passas nem se abriu o champanhe de Sacavém. Nem tampouco se fez uma das coisas mais foleiras que se costuma fazer mal um ano finda: listas e balanços. Bom, o balanço de 2007, como qualquer bom balanço, é assim-assim. E quanto às listas, tenho aqui uma. A dos blogs que mais visito. Uns estão na lista porque estavam nomeados para outros prémios bem mais "respeitáveis". Outros já estão no meu top ten há anos e há outros ainda que foram roubados aos primeiros e aos segundos, como se quer numa comunidade blogger saudável. Aviso da gerência: a lista está organizada por ordem alfabética, ou algo parecido, e não por preferência.

- Ana de Amsterdam
- Bandeira ao Vento
- Cão Com Pulgas
- Diário
- Inépcia
- Irmão Lúcia
- Obvious
- O Efeito Gorskii
- Photo-a-trois
- RAIM's Blog

Não, não há links para ninguém. Como é óbvio estão todos na lista do lado direito, portanto faça o favor de procurar. E não, também não há blogs de amigos entre o top ten porque não quero birras do género o-meu-blog-é-maior-que-o-dele, apesar de os visitar mais vezes que aos ilustres da lista. E é isto, prontos.

Resolução de Ano Novo: Adicionar o Abrupto à lista de links. Porém não será tarefa fácil... Um gajo não se torna um aborrecido intelectual sócio-político-literário de um dia para o outro.

P.S.: Feliz Ano Novo.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Like a Splashing Stone

Fotografia: L. Romudas

quarta-feira, janeiro 02, 2008

Wallpaper


Fotografia: L. Romudas. Algures no Alentejo

sábado, dezembro 29, 2007

Out of focus

Fotografia: L. Romudas. Porto

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Pronto, pronto...linda menina... quieta, pronto...

Fotografia: L. Romudas. Festa de Natal na Garagem do Costume.

* * *

Para ver mais fotografias dessa festa, e de outras (brevemente), tenha a bondade de me acompanhar até à nova sala-do-fundo, onde está toda a gente. Venha, venha. É por aqui.

segunda-feira, dezembro 24, 2007

FELIZ NATAL #1


"Foda-se, lá vem este gajo outra vez com a máquina" Version

Fotografia: L. Romudas. Vitor pede-me encarecidamente que me vá fornicar com um negro espadaúdo ao mesmo tempo que deseja um Feliz Natal a todos os leitores do Egosciente

FELIZ NATAL #2

"Ouve, se tu não tens um Feliz Natal parto-te a boca toda" Version

Fotografia: L. Romudas. Pipas e Valter "sugerem" que é melhor terem um Feliz Natal

FELIZ NATAL #3

Heavy Metal Version


Fotografia: L. Romudas. Pipas e Merlin desejam um "Merlin" Christmas a todos e todas!

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Fractal #2


Mais um exemplo do que se pode fazer quando se domina a geometria não-Euclidiana. Ou mesmo quando não se domina... Se o caro leitor fôr um feto (arbóreo, não embrionário) ou um brócolo, fique desde já sabendo que é um fractal natural, afinal, algo muito comum no mundo botânico. Quem diria, hem?!
Se quiser saber mais, muito mais, sobre fractais e se tiver tempo, muito tempo, basta clicar aqui.

quinta-feira, dezembro 20, 2007

Chá, Café & Bacalhau

Fotografia: L. Romudas. Porto

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Ode to Newton


Fractal produzido por mim, que chumbei com distinção (e várias vezes) a Matemática, através de uma pequena pecinha de software e lições-relâmpago encontradas aqui. Acredito que a experiência e (talvez) um programa mais pujante venham a tornar isto em algo mais respeitável, como o que pode ser encontrado aqui.
Assim se prova que a Matemática, a imbecil Matemática, a desesperante e incompreensível Matemática é, na realidade, a Mãe de todas as ciências e artes.

terça-feira, dezembro 18, 2007

As sábias palavras de Camacho (acabado de ouvir)

"A vista sobre o Seixal é impressionante!"

Bridge Walking

Fotografia: L. Romudas. Ponte D. Luis, Porto

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Servir e Proteger

Fotografia: L. Romudas.

domingo, dezembro 16, 2007

Sunset Soccer


Fotografia: L. Romudas. Jogo Lusitano C. D. Arraiolense x Giesteira.

* * *

Fica-se com uma sensação esquisita quando se "posta" isto enquanto se vê o Liverpool x Manchester United.

sábado, dezembro 15, 2007

O Clérigo da Torre

Fotografia: L. Romudas. Torre dos Clérigos, Porto

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Porque raio não soube eu disto mais cedo?!

Vão, que, pelo que sei, vale muito a pena.

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Wandering Star

Segundo os seus cálculos já deveria ter chegado. Por esta altura já deveria ver a bom ver a parede de frondosa vegetação erguer-se das inertes areias desérticas. Por esta altura já deveria ouvir o resfolegar de inúmeras cascatas de água fresca e os histéricos gritos de babuínos alarmados sobreporem-se ao silêncio sepulcral daquele infinito mar de areia. Nem por um segundo se desviou do seu caminho, nem por um segundo tirou os olhos das estrelas que o haviam de levar ao seu Paraíso no meio do Inferno. Então porque raios se encontrava ele há tanto tempo, aparentemente, perdido naquela desolação?!

Ao longo do caminho havia-se cruzado com muita gente, muito boa gente as gentes do deserto, viajantes como ele, mercadores, turistas, até guerrilheiros, mas tudo boa gente, sem dúvida, porque no deserto não há espaço para más inclinações. As más inclinações matam, especialmente num local tão inclemente como aquele, e todos os que por ele caminharem têm de se ajudar mutuamente. É a Regra. E essas gentes do deserto seguem a Regra à risca: já viram inúmeras vezes o que acontece a quem a quebra. Portanto, o Viajante havia sido ajudado por quem encontrava. Deram-lhe indicações, comida e água, tinha mesmo sido encorajado a continuar a sua empresa, apesar de não ter encontrado ninguém que tivesse estado naquele oásis. No seu Oásis. Então, como sabia ele da existência do Oásis ou da sua localização? Nem ele sabe como o sabia, mas sabia. Toda a gente tem um oásis e ele também haveria de ter o seu. Só tinha de o encontrar. Preferia passar a vida inteira à procura dele do que desistir, definhando lenta e eternamente nas escaldantes dunas de areia branca até, eventualmente, se transformar em mais um grão daquele ínfimo e ínfame ermo. Porque é isso que acontece a quem desiste. Diz-se que quem desiste nunca morre. Ao invés disso é troçado e humilhado pelos deuses que se divertem com o torturante sofrimento de quem não pode morrer. A Morte é um prémio demasiado bom para quem desiste.

(to be continued... or not)

Chrome

Fotografia: L. Romudas

terça-feira, dezembro 11, 2007

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Já não se fazem destes


Será que os nossos filhos, e os filhos deles, também levantarão a sobrancelha quando, daqui a vinte ou trinta anos, virem passar um Ford Focus ou um Audi A6? Não me parece, mas é fácil pensar que a história se repete o que muda são os protagonistas. No entanto ficamos com a ideia de que estas máquinas já eram lendas quando nasceram... Mesmo um miserável Austin Mini tem um certo porte lendário, soberano, nobre. Pura mecânica ao sabor dos caprichos do condutor. E as máquinas de hoje em dia são o quê? Uma amálgama de fibra de carbono, aço e microchips mais inteligentes que um engenheiro da NASA que com irritantes bip-bip nos "informa" que as emissões de carbono estão acima da média porque não devíamos ter abusado nas 98 octanas ou porque excedemos os 120 quilómetros horários ou que devemos engrenar uma 5ª em vez da frenética 4ª. E onde está o prazer de conduzir? Como podemos ter prazer a conduzir se cada vez mais somos conduzidos pelos póprios carros?! Bahhh!
Sim, sou antiquado e depois?
Fotografia: L. Romudas

terça-feira, dezembro 04, 2007

Capoeira: Dancing & Fighting

Fotografia: L. Romudas. Roda do Grupo Senzala, Porto

domingo, dezembro 02, 2007

As Titubeações de Óscar #3

"(...) e ficou com a cara toda desconfigurada!"

quinta-feira, novembro 29, 2007

As Titubeações de Óscar #2

"Pois é, esta sexta-feira é feriado da
greve pública!"

quarta-feira, novembro 28, 2007

One of my little guilty pleasures

Havia uma rúbrica numa rádio portuguesa (não me lembro se na Comercial, se na 3) chamada Guilty Pleasures, onde uma destacada figura pública assumia, não sem algum embraçado, gostar desta ou daquela música foleira. Imaginem, por exemplo, a Teresa Salgueiro dos Madredeus saber de cor as músicas dos New Kids On The Block. Estão a ver o filme? Ora, há uns dias atrás, Nuno Markl lembrou-se de perguntar aos leitores do seu blog quais são os seus Guilty Pleasures musicais e não me contive. Toda a gente tem segredos embaraçosos e a partir de agora o caro leitor fica a saber que tenho menos um: Há uns tempos... (cof cof) pronto, cá vai. Há uns tempos fiz uma compilação de música sortidíssima para ter no carro. E enfim, (cof cof), no meio de Pixies, Dave Matthews Band, Korn, Massive Attack, Beck e Marilyn "Anticristo" Manson está lá isto:




Nada mais, nada menos que "Heaven Is A Place On Earth" de Belinda Carlisle. Mas atenção, não foi nenhum engano do Nero, nem obra e graça do Espírito Santo, nem tampouco um acaso cósmico. A música está lá porque eu a quero lá. Simples. Claro que assim que a faixa começa a rodar, o meu carro subita e automaticamente sobe os vidros e surge no LCD da consola a seguinte mensagem: "Tudo bem, sou um Citroën C3 mas isto é esticar a corda, ó mariconço!".

Nada a acrescentar...


(clicar para aumentar)

Para conhecer melhor o fabuloso trabalho de Stephen Pastis e as aventuras de Rato, Cabra, Porco, Zebra, Leão, Crocodilos e companhia clique aqui.

terça-feira, novembro 27, 2007

As Titubeações de Óscar #1

"Sim, é muito fácil chegar lá. Basta sair na estação Música, Casa do Metro"

sexta-feira, novembro 23, 2007

Corroborando Groucho

A avaliar pelo curriculo, David Caruso é um excelente actor. Palmarés invejável, sem dúvida. Dezenas de participações em filmes e centenas em séries de televisão. Então o que faz ele na pele do execrável Horatio Caine, na série não menos execrável C.S.I. Miami? Põe os óculos, tira os óculos, olha para o infinito, fita o chão como se estivesse prestes a ter uma qualquer revelação sherlockiana ou housiana e sai-se com coisas tão profundas quanto isto "Temos cadáver e arma. Só falta o assassino" e subitamente sai de plano e, para nos dar tempo para rir, entra o genérico da série. Quando a coisa mete crianças ou mulheres traídas ao barulho então é que a porca torce o seu nojento rabo: o caso torna-se uma cruzada pessoal do ruivíssimo tenente que se desunha para apanhar o bandido, apesar de bastar um primeiro contacto para o brilhante criminalista saber quem é culpado ou inocente. Não sorri e muito menos ri. Partimos do príncipio que é extremamente inteligente mas no entanto as conclusões chegam-lhe sempre através de uma coisa divina e sobrenatural também conhecida como Guião e isso nota-se de sobremaneira. Pouco convincente, péssima personagem, digo eu.
Logicamente a culpa não é dele. Dele, David Caruso, claro. A culpa da mediocridade da personagem é, sem qualquer sombrinha de dúvida, dos guionistas, porque Caruso tem toda a minha solidariedade e compaixão. Quem consegue fazer uma personagem assim só pode ser um excelente actor... Ou os produtores pagam bem... Ou o gajo anda desesperado. Bem, seja como fôr, prefiro pensar que é a primeira hipótese. O dinheiro custa a ganhar, não é Dave?

Conclusão: A série é má. Os outros C.S.I.s até se papam, mas o Miami é mau. Péssimo. Aliás, quando ligo a televisão e vejo o empedernido tenente lembro-me instantaneamente do que Groucho Marx disse algures durante a sua vida: "Acho a televisão muito educativa. Toda as vezes que alguém liga o aparelho, vou para outra sala e leio um livro."

* * *

Adenda: Já li e reli este texto dezenas de vezes. Continuo a achar, como quando o estava a escrever, que não tem propósito nenhum. Não traz novidade nenhuma a quem o ler, nem a mim que o escrevi. Não tem sentido nem razão. E que bem que sabe fazer algo só pelo prazer fazer. Sem compromissos. Sem propósito. Sem sentido nem razão.

quinta-feira, novembro 22, 2007

Mas que raio significa isto?



Nem sei o que diga. Se classificasse esta campanha como homofóbica não era descabido, no entanto não tenho a certeza que seja realmente, cem-por-cento discriminatória... Acho que é apenas estúpida, inútil e triste. Faz-me ter ainda mais saudades dos outdooors estivais da Sagres e da Super Bock. Qual Tagus, qual quê?! Bebam cerveja de homem, sejam hetero, gays, lésbicas, trans ou... O que quer que sejam. Cerveja é cerveja, para hetero ou gays... A diferença está no modo de beber pelo gargalo. (eu sei, podia ter passado em branco o espaço dedicado a esta piada brejeira a transbordar boçalidade, mas não resisti. Há muito tempo que não me "logava" no Blogger e agora estou com uma espécie de incontinência verbal. Por falar nisso, gostava de deixar aqui o meu apreço pelo bom humor com que Chávez, Chávez o ditador, Chávez o déspota, Chávez o censurador, Chávez a besta antiamericana, falou aos jornalistas portugueses, preocupado com os efeitos da hora tardia nos repórteres, que tinha que dormir no caminho para Cuba porque já não dormia há quatro dias e Fidel fala pelos cotovelos... Isto tudo depois de horas e horas de viagens e horas e horas de reuniões com altos dignatários por essa Europa fora. Eu não seria tão simpático com toda a certeza. Já agora, aproveito para deixar aqui a nota de que este é talvez um dos maiores, se não o maior, parentesis de sempre na história da blogosfera portuguesa. 'Tá dito.)
*Adenda: Parabéns à Selecção Portuguesa de Futebol (isto dito, claro, com sotaque brasileiro). Eu não punha o Pepe, mas o importante é que já estamos no Euro 2008 e o resto é conversa. Foi um apuramento complicado, sim, mas o que dirão então os ingleses, os poderosos ingleses, que ficaram pelo caminho? Look at the bright side, good people of England: in 2008 our goalkeeper with the funny voice won't humiliate you again (traduzindo uma ideia original de Brother Lúcia).
Parabéns também ao Tribunal do Raioqueoparta por ter dado a custódia total da Esmeralda ao pai que ela nem conhece. Isto, claro, enquanto todos os médicos que acompanharam o caso, e outros, dizem que é um erro colossal fazê-lo. Prepotência? Não só. Autoritarismo desmesurado? Não só. Despotismo ignorante? Não só. Também é muita estupidez acumulada. Muita mesmo.

segunda-feira, novembro 05, 2007

Hide & Seek


Fotografia: L. Romudas

* * *

Na semana passada um fotógrafo amador foi identificado e levado para uma qualquer lúgubre esquadra policial (tenho para mim que todas as esquadras portuguesas são lúgubres) porque andava a tirar fotografias aos carrocéis e às luzes de uma feira popular. Ora, numa feira popular há outra coisa em abundância: crianças. E pais de crianças. E sobretudo pais parvos de crianças. Posto isto, algum pai parvo liga para os senhores agentes da bófia dando conta que andava um tarado à solta a fotografar lascivamente inocentes petizes. A bófia, claro, acreditou, e o resto da história já se sabe. Lamentável situação, sem dúvida. E lamentável mentalidade portuguesinha que simplifica e generaliza tudo. O pedófilos tiram fotografias a crianças. Os fotógrafos tiram fotografias a tudo, até a crianças. Logo, todos os fotógrafos são pedófilos. É isto, meus senhores. Esta histeria generalizada à volta da pedofilia, da Casa Pia e das Maddies ainda vai trazer problemas mais graves do que se pensa. Ai vai vai.

quinta-feira, novembro 01, 2007

Como passar o tempo no profundo Alentejo #2

Fotografia: L. Romudas

Nove pessoas dentro de um Smart. Cabia lá mais um, claro, mas depois ninguém tirava a fotografia.

quarta-feira, outubro 31, 2007

Como passar o tempo no profundo Alentejo #1

Fotografia: L. Romudas

P.S.: Devido a diversos factores, entre os quais a inépcia dos pescadores e um local mal escolhido, apenas dois peixes, desculpem, dois jovens peixes, desculpem, dois jovens peixes anões foram capturados e logo devolvidos à selvagem vida de uma albufeira alentejana.

terça-feira, outubro 30, 2007

Instant Portraits #9


Fotografia: L. Romudas. Autódromo do Estoril 21/10/07

segunda-feira, outubro 29, 2007

Alien in B&W #2


Fotografia: L. Romudas

domingo, outubro 28, 2007

Alien in B&W #1

Fotografia: L Romudas

segunda-feira, outubro 22, 2007

A Day At The Races: World Series by Renault

Para quem não liga, nem muito nem pouco, a desportos automóveis este evento deverá ter passado ao lado. A mim também passaria se não me tivessem oferecido três convites a troco de nove imperiais. E, apesar de ser daqueles que não liga, nem muito nem pouco, a desportos automóveis, neste fim-de-semana lá estive, a pavonear a minha Nikon entre os espositores da Renault, paddock, boxes e bancadas do Autódromo do Estoril. E olhem que valeu a pena. Os motores em aquecimento, o chiar dos pneus, as reclamações das caixas de velocidades em redução, o estremecer do corpo e dos ouvidos à passagem de dezenas de bólides a centenas de quilómetros horários... Tudo coisas impossíveis de reproduzir em fotografia o que faz com que, ao ver as imagens que se seguem, o caro leitor fique com uma ideia algo redutora do que se passou no Estoril este fim-de-semana. No meio disto tudo ainda podíamos pedir autógrafos aos pilotos e desenhos aos designers da marca, sentarmo-nos ao volante de um Fórmula 1 (parado, claro) e até tentar bater recordes das pit teams oficiais a mudar pneus. Foi bom. Muito bom. Recomendo. Mesmo a quem não liga, nem muito nem pouco, a este tipo de coisas. Parabéns à Renault e à organização do Autódromo.

A velocidade estonteante

As belezas de fazer parar o trânsito (literalmente)

Filipe Albuquerque, a jovem promessa portuguesa em entrevista

"As chaves, por favor"

Vrummmm!

Um dos "magos" do design Renault

Dormindo sobre (e sob) o assunto

Sim, apesar de ser meio a brincar também há acidentes


P.S.: Lamento ter passado tanto tempo sem dar notícias, mas certas e determinadas dificuldades técnicas não têem permitido a actualização qui do tasco. Coisas de quem está em fase de mudanças. Obrigado por aparecerem e pela compreensão.

segunda-feira, outubro 08, 2007

Almendres #3

Fotografia: L. Romudas. Local: Cromeleque do Almendres, Évora.

* * *

A Gerência lamenta informar que, por razões de muito maior força, este meu/vosso tasco irá entrar numa espécie de comatose durante uma semana. É por uma boa causa, acreditem. E uma boa causa é como uma mula teimosa: não se pode contrariar.

domingo, outubro 07, 2007

Almendres #2

Fotografia: L. Romudas. Local: Cromeleque dos Almendres, Évora.

sábado, outubro 06, 2007

Almendres #1

Fotografia: L. Romudas. Local: Cromeleque dos Almendres, Évora