domingo, abril 20, 2008
Cinema: I Am Legend
Etiquetas: Cinema
Publicada por L. Romudas às 2:22 da manhã 0 comentários
sábado, abril 19, 2008
Novidades na Galeria
Disclaimer: Estava a cerca de 30 metros de distância, com a luminosidade típica de concerto, e com a minha 70-300 com f/3.5 esticada ao máximo - o que fez subir o f/stop até 6.3 -, ISO 400 e uma velocidade de 1/100 ou 1/60 de segundo. Estarem a ver qualquer coisa já é por si só um quasi-milagre.
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 9:03 da tarde 0 comentários
sexta-feira, abril 18, 2008
BESPhoto, ou como desperdiçar dinheiro dos accionistas
Etiquetas: Conversas, Fotografia
Publicada por L. Romudas às 3:06 da tarde 2 comentários
quinta-feira, abril 17, 2008
The Gift + Orquestra Metropolitana de Lisboa, cortesia da CGD
Poder-se-ia pensar que o facto dos Gift se terem juntado a uma orquestra era um óbvio sinal da exaustão da banda, ao estilo de Xutos & Pontapés, G.N.R, Scorpions e derivados. Mas não. Neste caso em particular não foi uma orquestra adaptada aos Gift, mas sim uns Gift diferentes, orquestrados, como uma extensão erudita do estilo demarcadamente pop-electrónico do grupo de Alcobaça. Quero com isto dizer que The Gift e a OML combinam tão bem como um CD de Postishead numa noite chuvosa enquanto se conduz languidamente por uma estrada deserta, ou pelo contrário, um concerto de Jamiroquai numa tarde de sol. E foi mesmo assim, dependendo das diferentes músicas: umas mais intimistas, outras declaradamente dançáveis, mesmo com orquestra, mas todas de uma grandiosidade assombrosa.
Nuno Gonçalves, sempre muito atarefado entre piano, caixa de ritmos, sintetizadores e acordeão, entre os quais ia saltitando alegremente, agradecia com toda a certeza o enxerto de mais um par de braços. Sónia Tavares esteve, como sempre, igual ao que se conhece: dança, faz caretas, arranca gargalhadas à audiência e canta que se farta. Tudo, claro, envergando mais um daqueles vestidos saídos de filmes timburtonianos.
Em suma, foi uma excelente noite de domingo. Parabéns aos Gift, à Orquestra Metropolitana de Lisboa e um muito obrigado à Caixa Geral de Depósitos. Não sei porquê, parece-me um bocado estúpido estar a agradecer a um banco, mas desta vez merece.
P.S.: Em tempo oportuno publicarei na Galeria algumas fotos dessa noite. Apenas aquelas que a distância e a fraca iluminação não estragaram, claro.
Publicada por L. Romudas às 11:40 da tarde 1 comentários
Terragen: criando mundos em menos de 7 dias
Etiquetas: Coisas da Web, Conversas
Publicada por L. Romudas às 12:00 da tarde 0 comentários
5-3
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 11:19 da manhã 0 comentários
sábado, abril 12, 2008
À falta de melhor dou-vos música!
The Gossip - Listen Up (Radio Edit)
Etiquetas: Música
Publicada por L. Romudas às 8:49 da tarde 0 comentários
quarta-feira, abril 09, 2008
Gregos e troianos - a eterna luta de galos
Ora, se mesmo assim os paneleirotes dos gregos não se entenderem com os marialvas dos troianos e continuarem às turras por dá-cá-aquela-palha não sei o que mais se poderá fazer. No meio não me meto eu.
Já que estamos a falar disto: na próxima Sexta-feira, Joe Satriani ao vivo na RTP2. À 1.30 da madrugada. Som bem alto, por favor.
Joe Satriani - Summer Song
Publicada por L. Romudas às 2:18 da tarde 3 comentários
Rabbit hole
Qual é a admiração, pergunta o caro leitor. Nenhuma, mas foi um momento peculiarmente engraçado. Contado assim não tem grande piada, realmente.
(Sou tão patêgo que até irrito.)
Etiquetas: Coisas da Web
Publicada por L. Romudas às 1:24 da tarde 0 comentários
segunda-feira, abril 07, 2008
Sensuality & Divinity
A Dança do Oráculo in 300
Publicada por L. Romudas às 8:06 da tarde 2 comentários
quinta-feira, abril 03, 2008
Vá de música para variar
Jamie Cullum - I Get A Kick Out Of You
Etiquetas: Música
Publicada por L. Romudas às 8:12 da tarde 3 comentários
E ainda o futebol...
P.S.: Não sei se já falei nisto, mas viram o golo do Deivid ao Chelsea? Foda-se, que grande golo.
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 7:43 da tarde 1 comentários
It's not over until I say it's over...
"Se ganhasse o Euromilhões não deixaria de trabalhar: dedicar-me-ia de corpo e alma ao blogue. Seria esse o meu trabalho. Como o mundo é cruel e não é o blogue que me ajuda a sustentar a família, o Egosciente sofre bastante quando tenho muito trabalho.
Fases destas acontecem em todos os blogues, mas nunca tive um período tão apagado como este – já se notara em Fevereiro, notou-se ainda mais este mês.
Já deve ser a terceira ou quarta vez que escrevo um post para me justificar e pedir desculpa pela escassez de actualizações. Não gosto disso. Que não está a ser actualizado como dantes já vocês estão fartos de saber. Que eu lamento que isso aconteça é normal. Mesmo assim senti obrigação de me repetir.
Tenho observado noutros blogues que esse tipo de posts geralmente significa que se está a chegar ao fim. Quando os bloggers começam a engonhar, é sinal de que o entusiasmo dos primeiros dias esmoreceu e já não resta energia para prosseguir.
Nem sempre dei pulos de entusiasmo em cada dia destes últimos três anos de blogue, mas passei óptimos momentos e custa-me ver o Egosciente tão «abandonado».
Verei como correm os próximos dias. O pior que pode acontecer é eu largar o Egosciente e pedinchar um lugar como blogger convidado do Obvious. Talvez amanhã eu reveja este texto e pense para mim próprio: «Idiota. Devias era dormir em vez de escrever mais disparates». Seja como for, obrigado pela paciência. Vamos lá ver se consigo atinar."
Originalmente escrito por Marco, no Bitaites.
P.S.: Que grande golo que Deivid marcou ao Chelsea. Mas porque raio é que ele não fazia aquilo quando estava no Sporting?! Mas que grande golo, sim senhor. Se não viram deviam ter visto.
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 2:34 da tarde 3 comentários
quarta-feira, março 26, 2008
Será que alguém percebe?
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 8:50 da tarde 1 comentários
terça-feira, março 25, 2008
Rock & Sensuality
Garbage - I Think I'm Paranoid (1999)
Etiquetas: Música
Publicada por L. Romudas às 8:45 da tarde 1 comentários
On its way...
Cinquenta milimetros de ângulo é pouco, eu sei. Mas 1.8 de abertura é o mais perto que uma máquina fotográfica pode estar da "visão" de um morcego... Por 150 euros, é claro. Houvesse uma maior abundância monetária e seria esta lente que estaria a caminho. Os meus pais também já me disseram que mais vale comprar um carro, mas mesmo assim continuo a achar que a minha humilde D70s gasta menos aos 100. E tem todos os extras.Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 8:36 da tarde 3 comentários
segunda-feira, março 24, 2008
Mitologia para principiantes
* * *
Comentário recebido via e-mail:
"Chaval farto-me de rir a ver as tuas divagações futebolisticas no blog, és o Poncio Monteiro dos lagartos de certeza (...)"
Acreditem, vivo para estas merdas.
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 7:15 da tarde 0 comentários
quinta-feira, março 20, 2008
Outra fita de 2008 - 10.000 AC
Também não vejo problemas nenhuns em terríveis avestruzes carnívoras que trepem árvores: ora se os bichos em questão vivem num habitat apinhado delas é lógico que estejam habituadas as perseguir presas árvores acima, ou não?
Outra questão de credibilidade apontada pelos críticos é a questão espaço-tempo. Segundo eles, os iluminados críticos, os críticos-messias que vêm salvar a humanidade da ignorância, D'Leh, o herói atravessa montanhas, uma savana e uma selva tropical no espaço de poucos dias quando deveria demorar meses. Bem, claramente quem diz isto nunca ouviu falar na Patagónia ou no Chile onde convivem as mais frondosas florestas com as mais íngremes montanhas que por sua vez convivem com os mais desolados desertos numa área pouco maior que a França e a Itália juntas. Um desses críticos, um desses génios, chegou mesmo a dizer que a Idade do Gelo é mais verosímil que o 10.000 AC. Ora se isto não é ser estúpido que nem uma porta não sei o que será. Apesar de o senhor em causa poder estar certo são coisas que não se dizem pela simples razão de que induz o povinho em erro. E porquê? Porque na Idade do Gelo há marcadas referências à Evolução de Darwin e a acção localiza-se numa altura precisa da História enquanto 10.000 AC não tem nada disso! É um obra de ficção, raios! Aliás, o título só serve para dizer ao público que a acção decorre antes do nascimento de Cristo e, tanto quanto se sabe, até podia ser durante o ano do seu nascimento. Havia pirâmides a serem construídas nessa altura. Ainda havia, e há, tribos caçadoras-colectoras que viviam, e ainda vivem, perto de civilizações muito mais avançadas. Sobretudo nesta parte não vejo qualquer vacilação no índice de verosimilhança.
O que já não deveria haver mesmo era tigres dentes-de-sabre e mamutes. E o que não havia de certeza, mas de certeza mesmo, era tribos de caçadores-colectores a falarem um inglês perfeito. Frases simples, atestando, aliás, a pobreza dos diálogos. Uma vez que só uma tribo e mais um personagem falam inglês, todas as outras têm o seu dialecto, comum ou não, não se percebe porque não puseram essa tribo e o outro bacano a falar um dialecto diferente. Acho que este é mesmo o ponto mais desfavorável da coisa.
Resumindo: é um filme razoável, longe de vir a ser um clássico. Visualmente grandioso sem ser demasiado ostensivo. A história tem lacunas mas nada de muito grave; é uma história leve, sobre coragem, sobrevivência e amor, com profecias, atlantes fascistas, mamutes e tigres dente-de-sabre à mistura. É muito bom para uma tarde de domingo: 3,5 em 5
Etiquetas: Cinema
Publicada por L. Romudas às 12:14 da tarde 1 comentários
quarta-feira, março 19, 2008
Parabéns ao Hot Clube Portugal
Miles Davis at the Isle Of Wight (1970) - "Call It What You Like" *
Note-se ainda presença em palco da divina constelação do jazz: Keith Jarret, Chick Corea, Dave Holland, Airto Moreira, Jack DeJohnette e Gary Bartz.
Publicada por L. Romudas às 3:01 da tarde 3 comentários
Obituário: Arthur C. Clarke (1917-2008)
Escreveu, escreveu, escreveu. Projectou, criou e sobretudo imaginou. Pouco interessa o que fez quando comparado ao que a sua imaginação era capaz de criar. Como obra máxima dessa incansável imaginação deixa-nos a maior aventura de sempre: a viagem da própria humanidade em 2001: Odisseia No Espaço, que saltou para a tela de cinema com um valente empurrão de Stanley Kubrick. E por fim lá vai ele. Do Sri Lanka em vivia desde 1956 em direcção às galáxias distantes, aos planetas exóticos, às supernovas, aos quasares, aos pulsares e aos cometas radiosos que sempre giraram por detrás daqueles olhos penetrantes cheios de Tudo. Cheios com o Universo, cheios com Vida.Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 1:39 da tarde 0 comentários




