segunda-feira, agosto 18, 2008
quinta-feira, agosto 14, 2008
E fotografias, pá?! Ondéquelastão?!
(Confesso que grande parte deste diálogo acontece somente na minha cabeça, para bem do meu dente de porcelana e dos meus óculos colados ao meio)
Pronto, acabaram de descobrir mais um pormenor da minha espectacular vida. Agora arranjem uma para vocês, meus grandessíssimos charoleses... desculpem, leitores, leitorzinhos fofinhos...
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 3:11 da tarde 2 comentários
quarta-feira, agosto 13, 2008
Momento Biography Channel: Vidocq
Daqui para a frente foi sempre a abrir. Os conhecimentos que tinha do sub-mundo parisiense e os métodos de investigação e abordagem pouco ortodoxos que empregava granjearam-lhe fama e fortuna. Executava ele próprio operações de infiltração (isto em mil oitocentos e tal, portanto, sem escutas, auriculares, GPS e merdas assim) e chegou mesmo a ser contratado para se matar a ele mesmo. Em 1812 Vidocq funda a Brigade de Sûreté, uma espécie de Polícia Judiciária em que a maioria dos detectives eram ex-prisioneiros. Resultado: em 1817 a Sûreté fez 811 detenções. É obra. Em 1832, por politiquices, o homem demite-se do cargo que ele próprio criou e torna-se detective privado e escritor. Morre em 1857 depois de uma vida cheia. Completamente cheia.
Para trás deixa a criação da tinta permanente e de um tipo de papel indestrutível. Foi o primeiro a estudar balística aplicada à criminologia, fez os primeiros moldes de pegadas e os seus estudos antropométricos ainda são em parte usados pela polícia francesa.
Quem diria que um borra-botas que rouba dinheiro ao próprio pai se iria tornar num dos pioneiros da criminologia forense e num dos mais proeminentes chefes de polícia do mundo?!
(*) Até ao fim dos seus dias Vidocq afirmou sempre que nunca denunciou ninguém que tivesse roubado por necessidade. Bufo sim, mas com princípios.
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 12:26 da tarde 0 comentários
terça-feira, agosto 12, 2008
Premonições
Já comecei a ensaiar as gargalhadas.
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Publicada por L. Romudas às 4:07 da tarde 0 comentários
segunda-feira, agosto 11, 2008
New-Found Lands: Ani Difranco
Ani Dfranco - Shy
Etiquetas: Música
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sexta-feira, agosto 08, 2008
Hiroshima: 63 anos e 2 dias
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 5:45 da tarde 1 comentários
quarta-feira, agosto 06, 2008
Oh não... Outro blog com uma fotografia do Joker!
As adaptações cinematográficas de bandas desenhadas não são tarefa fácil, e quando o são saem valentes bostas. Nolan mostrou mais uma vez (gostei do Batman Begins) ser bastante competente mantendo sempre o jogo escondido e revelando as cartas uma a uma, sem deixar que o espectador preveja muita coisa antes de realmente acontecer. Nota positiva também para os embates corpo-a-corpo que estão num nível dinâmico mas humanamente possível... acho eu. O que lhe falta é umas dioptrias de "Visão Tim Burtoniana" de Gotham City. A Gotham de Burton é fabulosa. Sombria, suja, impura, parece um franchising do Inferno em plena Terra e isto mesmo sem vermos um único habitante. A Gotham de Nolan parece uma cidade como outra qualquer, Sydney, Chicago, Vancouver ou mesmo a zona empresarial do Rio de Janeiro. Gotham City é Gotham City, tal como Basin City é Basin City. São únicas, não só pelo facto de fazerem parte do imaginário BD, nem só pelos seus peculiares habitantes. São únicas também pela sua arquitectura, pelo seu microclima, pelo seu smog, pela malignidade impregnada nas paredes e no alcatrão das ruas. Pela escuridão que reina pelas ruas de ambas mesmo que seja meio-dia em meados de Julho.
Na minha opinião bastava Christopher Nolan ter pedido ajuda a Burton (tal como Rodriguez pediu a Miller e Tarantino em Sin City) para Dark Knight ser, não só um sucesso de bilheteiras, mas um filme brilhante e genial. Assim o Joker de Heath Ledger foi desperdiçado num filme bom/mediano e já não há mais nenhum. E é pena.
N. do B.: Isto não é uma crítica. É uma nota do que penso sobre este filme em particular. Não é uma crítica porque isto não é um blog de críticas, apesar de às vezes, muitas vezes, parecer o contrário. Não há aqui ninguém com habilitações para ser crítico. O que há é um espectador que gosta de, e pode, dar a sua opinião. Muito obrigado e boa noite.
Etiquetas: Cinema
Publicada por L. Romudas às 6:26 da tarde 0 comentários
sexta-feira, agosto 01, 2008
Their problems start when they don't die young?
Perdendo a juventude perde-se a aura sobre-humana que as estrelas de rock têm desde que passam a essa mesma condição. Jerry Lee Lewis já não é uma estrela de rock, não senhor. É uma supernova. Jerry Lee Lewis é o "Last Man Standing". É o último sobrevivente do quarteto dourado. É o último sócio/fundador/embaixador vivo do rock & roll. E por isso, e também por ter incendiado um piano em palco enquanto tocava exuberantemente a Great Balls of Fire, deveria ser-lhe concedida uma licença especial de estadia entre os vivos ad aeternum. E de preferência com a genica de 1956/57.
Publicada por L. Romudas às 6:52 da tarde 0 comentários
quarta-feira, julho 30, 2008
Há mesmo coisas fantásticas



Nenhuma das fotografias tem nome. A única coisa que as identifica são as coordenadas geográficas do local em causa. Isto para quê? Para as fotografias não se transformarem em algo mais do que são. Parece-me uma razão mais justa que outra qualquer, não será?. Link
Etiquetas: Fotografia
Publicada por L. Romudas às 5:44 da tarde 0 comentários
segunda-feira, julho 28, 2008
Ai as modernices...
* * *
Ora, para evitar males semelhantes aqui a gerência decidiu contratar pessoal especializado nesse tipo de tomadas hostis e entradas sem convite:

No caso de haver dúvidas sobre as suas capacidades é favor consultar C.V.
Etiquetas: Coisas da Web
Publicada por L. Romudas às 11:09 da manhã 0 comentários
sexta-feira, julho 25, 2008
Geeks know it better
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 10:23 da manhã 0 comentários
quinta-feira, julho 24, 2008
Elevando o Nível Intelectual com Charles Baudelaire
Etiquetas: Literatura
Publicada por L. Romudas às 9:57 da manhã 3 comentários
terça-feira, julho 22, 2008
"There and Back Again"
Durante um desses meses morei em casa de um amigo na Rua da Vitória, que me ficou como a mais lúgubre e pitoresca da cidade. Para quem não sabe, a Rua da Vitória é uma transversal à Rua das Taipas que sobe desde as traseiras do Mercado Ferreira Borges até à Cordoaria Nacional (ao lado dos Clérigos). É, portanto um dos muitos capilares do coração do Porto. Tem um único sentido e é tão estreita que a, aparentemente, simples tarefa de meter o carro a rolar pela Rua da Vitória sem um risco é coisa digna de gabarolice de peito inchado. Não é para todos. É escura e à noite poucos caminhantes (não conhecedores da sua natureza) se aventuram pelos seus paralelos. É, no entanto, uma rua pacífica. É um bairro minúsculo. Todos nos cumprimentam. Os miúdos jogam à bola e os velhos à bisca lambida em cima de grades de cerveja vazias. Ouvem-se os tradicionais, e carinhosos, "filho-da-putas" e "caralhos" e "puta-que-o-parius" por todo o lado. Cheira sempre a mar, porque o próprio mar escorre por entre as juntas dos enormes blocos de granito que impedem as ruas de desabar umas em cima das outras. Como se o mar ele próprio tomasse de assalto a cidade assim que o último portuense adormece e recuasse subitamente mesmo antes do primeiro acordar. Como se a cidade fosse lavada pelo mar todas as noites desde tempos que ninguém recorda.
E enquanto pensava nisto tudo era na maior parte das vezes interrompido por J. "vamos ao Taipas ó alentejano mal amanhado?". E lá íamos para o nosso poiso do costume para uma das sessões tri-semanais de "T&P" (tinto e poesia) no Taipas e Feijão. Entrávamos na tasca de portadas vermelhas e passávamos para outro mundo. Deixávamos as ruas de luminárias titubeantes e passávamos para o colorido domínio do Sr. António, ex-jornalista, actual poeta e taberneiro. Pilhas de livros em cima da mesa, um jarro de vinho, pão, azeitonas e queijo. Às palavras "agora vai-se recitar poesia e, ou se calam, ou pagam o que devem e vão prá puta que vos pariu" o silêncio é sepulcral. O resto da noite era nosso. Nosso, de Negreiros, de Beckett, de Pessoa, de Whitman e de quem mais viesse.
Foi assim que vivi durante um mês e não me importo que me obriguem a repetir. Se possível, durante mais um bocadinho, sim?
P.S.: Escrevi isto levado por um acesso de lembranças provocadas por este texto de Manuel Jorge Marmelo.
Obrigado, pá.
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 10:44 da manhã 3 comentários
segunda-feira, julho 21, 2008
Microconto: O Sentido
Etiquetas: Rabiscos
Publicada por L. Romudas às 12:06 da tarde 3 comentários
Mais coisas que me moem
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 11:13 da manhã 0 comentários
Coisas que me moem
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 11:02 da manhã 1 comentários
Breaking News
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 10:22 da manhã 0 comentários
quarta-feira, julho 09, 2008
Subscrevo, assino, rúbrico e até proclamo se for preciso.
Etiquetas: Coisas da Web
Publicada por L. Romudas às 8:10 da tarde 2 comentários
ESTE BLOG (AINDA) NÃO FECHOU!
Para a semana cumpro tudo o que aqui prometi, mas antes disso, e muito infelizmente, tenho que ir aturar umas brasileiras que são tão sexys que já cansam, beber umas cervejolas com uma ciganagem muito bem enjorcada e fazer uma ou duas revoluções com muita, muita raiva contra A Máquina.
Assim sendo, fiquem bem e, se não nos virmos antes, até à próxima.
Tenham por cá saúde.
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 7:35 da tarde 1 comentários








