terça-feira, maio 13, 2008
He's back, Rochemback!
Etiquetas: Conversas
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domingo, maio 11, 2008
Coisas que gostava de ter se tivesse uma estufa
Etiquetas: Agricultura
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sábado, maio 10, 2008
Publicidade Institucional
Etiquetas: Literatura
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Publicidade Institucional
"Em 1640, D João IV é aclamado rei, recuperando Portugal a sua independência. Para a manter era necessário «aparelhar para a resistência» e no Livro das Vereações de 1640-42, pode ler-se:
«1.º - Tratarão de pedir a Sua Magestade, que mande reparar os muros e castelo e barbacã para a defesa desta vila;
2.º - Tratarão de pedir a Sua Magestade que se conserve o castelo com habitação de gente, para que obrigue aos moradores desta vila, aos ricos e abonados para que façam lá casas;
3.º - Pedirão armas, tambores, bandeiras e peças de artilharia para o castelo.»"
Bruno Lopes, O Castelo de Arraiolos, editado pela Apenas Livros, Lda.
Etiquetas: Literatura
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terça-feira, maio 06, 2008
Ah, as modernices #2
Etiquetas: Conversas
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sexta-feira, maio 02, 2008
Classics of Rock & Roll #1
Etiquetas: Música
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quinta-feira, maio 01, 2008
Vénia sentida a... James Natchwey
Etiquetas: Fotografia
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quarta-feira, abril 30, 2008
Ah, as modernices
Messenger, Blogger, Hi5 e agora Twitter. Ainda me faltam o MySpace e o Orkut para ficar mesmo, mesmo todo modernaço.
Etiquetas: Coisas da Web
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Na lista de "Coisas a Ver": Irina Palm
Etiquetas: Cinema
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terça-feira, abril 29, 2008
Disclaimer n. 43.819.079
Etiquetas: Conversas
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sexta-feira, abril 25, 2008
Entrando no espírito da coisa...
Etiquetas: Música
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quarta-feira, abril 23, 2008
Quem me dera fazer o mesmo a tanta coisa!
Vejam e/ou revejam.
Etiquetas: Coisas da Web
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terça-feira, abril 22, 2008
Elevando o Nível Intelectual com... Diego Rivera
O Homem, Controlador do Universo - Palacio de Bellas Artes - Cidade do México, México
As Mãos Da Natureza Oferecendo A Água (Água. Origem da Vida) - Parque Chapultepec. Cidade do México, México (Central hidráulica de elevação de águas)Foi um dos maiores e mais controversos artistas contemporâneos. Morreu em 1957 e deixou-nos centenas de coisas como estas que aqui vêm. Há coisas fantásticas não há?

Pintando um Fresco, Mostrando A Construção De Uma Cidade - San Francisco Art Institute, San Francisco (E.U.A.)
Etiquetas: Conversas
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segunda-feira, abril 21, 2008
Leiria 4 - SCP 1: As bestas que há 4 dias eram bestiais e vice versa.
Por outro lado acho um piadão monstruoso a equipas como a União de Leiria, cuja existência tem como razão máxima 4 jogos por temporada: contra o Sporting e contra o Benfica. Perdem com Desportivo das Aves, Boavista, Leixões e quem mais vier, mas chega o Sporting ou o Benfica e eis que os leirienses levantam a cabeça e jogam como os homens. Acho que devia ser feito um estudo qualquer sobre este tipo de comportamento bizarro.
P.S.: Este está a querer que lhe aconteça o que aconteceu ao outro "iluminado" da opinião pública chamado Rui Santos. Ai está está!
Etiquetas: Conversas
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domingo, abril 20, 2008
Cinema: I Am Legend
Etiquetas: Cinema
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sábado, abril 19, 2008
Novidades na Galeria
Disclaimer: Estava a cerca de 30 metros de distância, com a luminosidade típica de concerto, e com a minha 70-300 com f/3.5 esticada ao máximo - o que fez subir o f/stop até 6.3 -, ISO 400 e uma velocidade de 1/100 ou 1/60 de segundo. Estarem a ver qualquer coisa já é por si só um quasi-milagre.
Etiquetas: Conversas
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sexta-feira, abril 18, 2008
BESPhoto, ou como desperdiçar dinheiro dos accionistas
Etiquetas: Conversas, Fotografia
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quinta-feira, abril 17, 2008
The Gift + Orquestra Metropolitana de Lisboa, cortesia da CGD
Poder-se-ia pensar que o facto dos Gift se terem juntado a uma orquestra era um óbvio sinal da exaustão da banda, ao estilo de Xutos & Pontapés, G.N.R, Scorpions e derivados. Mas não. Neste caso em particular não foi uma orquestra adaptada aos Gift, mas sim uns Gift diferentes, orquestrados, como uma extensão erudita do estilo demarcadamente pop-electrónico do grupo de Alcobaça. Quero com isto dizer que The Gift e a OML combinam tão bem como um CD de Postishead numa noite chuvosa enquanto se conduz languidamente por uma estrada deserta, ou pelo contrário, um concerto de Jamiroquai numa tarde de sol. E foi mesmo assim, dependendo das diferentes músicas: umas mais intimistas, outras declaradamente dançáveis, mesmo com orquestra, mas todas de uma grandiosidade assombrosa.
Nuno Gonçalves, sempre muito atarefado entre piano, caixa de ritmos, sintetizadores e acordeão, entre os quais ia saltitando alegremente, agradecia com toda a certeza o enxerto de mais um par de braços. Sónia Tavares esteve, como sempre, igual ao que se conhece: dança, faz caretas, arranca gargalhadas à audiência e canta que se farta. Tudo, claro, envergando mais um daqueles vestidos saídos de filmes timburtonianos.
Em suma, foi uma excelente noite de domingo. Parabéns aos Gift, à Orquestra Metropolitana de Lisboa e um muito obrigado à Caixa Geral de Depósitos. Não sei porquê, parece-me um bocado estúpido estar a agradecer a um banco, mas desta vez merece.
P.S.: Em tempo oportuno publicarei na Galeria algumas fotos dessa noite. Apenas aquelas que a distância e a fraca iluminação não estragaram, claro.
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Terragen: criando mundos em menos de 7 dias
Etiquetas: Coisas da Web, Conversas
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5-3
Etiquetas: Conversas
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sábado, abril 12, 2008
À falta de melhor dou-vos música!
The Gossip - Listen Up (Radio Edit)
Etiquetas: Música
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quarta-feira, abril 09, 2008
Gregos e troianos - a eterna luta de galos
Ora, se mesmo assim os paneleirotes dos gregos não se entenderem com os marialvas dos troianos e continuarem às turras por dá-cá-aquela-palha não sei o que mais se poderá fazer. No meio não me meto eu.
Já que estamos a falar disto: na próxima Sexta-feira, Joe Satriani ao vivo na RTP2. À 1.30 da madrugada. Som bem alto, por favor.
Joe Satriani - Summer Song
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Rabbit hole
Qual é a admiração, pergunta o caro leitor. Nenhuma, mas foi um momento peculiarmente engraçado. Contado assim não tem grande piada, realmente.
(Sou tão patêgo que até irrito.)
Etiquetas: Coisas da Web
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segunda-feira, abril 07, 2008
Sensuality & Divinity
A Dança do Oráculo in 300
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quinta-feira, abril 03, 2008
Vá de música para variar
Jamie Cullum - I Get A Kick Out Of You
Etiquetas: Música
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E ainda o futebol...
P.S.: Não sei se já falei nisto, mas viram o golo do Deivid ao Chelsea? Foda-se, que grande golo.
Etiquetas: Conversas
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It's not over until I say it's over...
"Se ganhasse o Euromilhões não deixaria de trabalhar: dedicar-me-ia de corpo e alma ao blogue. Seria esse o meu trabalho. Como o mundo é cruel e não é o blogue que me ajuda a sustentar a família, o Egosciente sofre bastante quando tenho muito trabalho.
Fases destas acontecem em todos os blogues, mas nunca tive um período tão apagado como este – já se notara em Fevereiro, notou-se ainda mais este mês.
Já deve ser a terceira ou quarta vez que escrevo um post para me justificar e pedir desculpa pela escassez de actualizações. Não gosto disso. Que não está a ser actualizado como dantes já vocês estão fartos de saber. Que eu lamento que isso aconteça é normal. Mesmo assim senti obrigação de me repetir.
Tenho observado noutros blogues que esse tipo de posts geralmente significa que se está a chegar ao fim. Quando os bloggers começam a engonhar, é sinal de que o entusiasmo dos primeiros dias esmoreceu e já não resta energia para prosseguir.
Nem sempre dei pulos de entusiasmo em cada dia destes últimos três anos de blogue, mas passei óptimos momentos e custa-me ver o Egosciente tão «abandonado».
Verei como correm os próximos dias. O pior que pode acontecer é eu largar o Egosciente e pedinchar um lugar como blogger convidado do Obvious. Talvez amanhã eu reveja este texto e pense para mim próprio: «Idiota. Devias era dormir em vez de escrever mais disparates». Seja como for, obrigado pela paciência. Vamos lá ver se consigo atinar."
Originalmente escrito por Marco, no Bitaites.
P.S.: Que grande golo que Deivid marcou ao Chelsea. Mas porque raio é que ele não fazia aquilo quando estava no Sporting?! Mas que grande golo, sim senhor. Se não viram deviam ter visto.
Etiquetas: Conversas
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quarta-feira, março 26, 2008
Será que alguém percebe?
Etiquetas: Conversas
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terça-feira, março 25, 2008
Rock & Sensuality
Garbage - I Think I'm Paranoid (1999)
Etiquetas: Música
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On its way...
Cinquenta milimetros de ângulo é pouco, eu sei. Mas 1.8 de abertura é o mais perto que uma máquina fotográfica pode estar da "visão" de um morcego... Por 150 euros, é claro. Houvesse uma maior abundância monetária e seria esta lente que estaria a caminho. Os meus pais também já me disseram que mais vale comprar um carro, mas mesmo assim continuo a achar que a minha humilde D70s gasta menos aos 100. E tem todos os extras.Etiquetas: Conversas
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segunda-feira, março 24, 2008
Mitologia para principiantes
* * *
Comentário recebido via e-mail:
"Chaval farto-me de rir a ver as tuas divagações futebolisticas no blog, és o Poncio Monteiro dos lagartos de certeza (...)"
Acreditem, vivo para estas merdas.
Etiquetas: Conversas
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quinta-feira, março 20, 2008
Outra fita de 2008 - 10.000 AC
Também não vejo problemas nenhuns em terríveis avestruzes carnívoras que trepem árvores: ora se os bichos em questão vivem num habitat apinhado delas é lógico que estejam habituadas as perseguir presas árvores acima, ou não?
Outra questão de credibilidade apontada pelos críticos é a questão espaço-tempo. Segundo eles, os iluminados críticos, os críticos-messias que vêm salvar a humanidade da ignorância, D'Leh, o herói atravessa montanhas, uma savana e uma selva tropical no espaço de poucos dias quando deveria demorar meses. Bem, claramente quem diz isto nunca ouviu falar na Patagónia ou no Chile onde convivem as mais frondosas florestas com as mais íngremes montanhas que por sua vez convivem com os mais desolados desertos numa área pouco maior que a França e a Itália juntas. Um desses críticos, um desses génios, chegou mesmo a dizer que a Idade do Gelo é mais verosímil que o 10.000 AC. Ora se isto não é ser estúpido que nem uma porta não sei o que será. Apesar de o senhor em causa poder estar certo são coisas que não se dizem pela simples razão de que induz o povinho em erro. E porquê? Porque na Idade do Gelo há marcadas referências à Evolução de Darwin e a acção localiza-se numa altura precisa da História enquanto 10.000 AC não tem nada disso! É um obra de ficção, raios! Aliás, o título só serve para dizer ao público que a acção decorre antes do nascimento de Cristo e, tanto quanto se sabe, até podia ser durante o ano do seu nascimento. Havia pirâmides a serem construídas nessa altura. Ainda havia, e há, tribos caçadoras-colectoras que viviam, e ainda vivem, perto de civilizações muito mais avançadas. Sobretudo nesta parte não vejo qualquer vacilação no índice de verosimilhança.
O que já não deveria haver mesmo era tigres dentes-de-sabre e mamutes. E o que não havia de certeza, mas de certeza mesmo, era tribos de caçadores-colectores a falarem um inglês perfeito. Frases simples, atestando, aliás, a pobreza dos diálogos. Uma vez que só uma tribo e mais um personagem falam inglês, todas as outras têm o seu dialecto, comum ou não, não se percebe porque não puseram essa tribo e o outro bacano a falar um dialecto diferente. Acho que este é mesmo o ponto mais desfavorável da coisa.
Resumindo: é um filme razoável, longe de vir a ser um clássico. Visualmente grandioso sem ser demasiado ostensivo. A história tem lacunas mas nada de muito grave; é uma história leve, sobre coragem, sobrevivência e amor, com profecias, atlantes fascistas, mamutes e tigres dente-de-sabre à mistura. É muito bom para uma tarde de domingo: 3,5 em 5
Etiquetas: Cinema
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quarta-feira, março 19, 2008
Parabéns ao Hot Clube Portugal
Miles Davis at the Isle Of Wight (1970) - "Call It What You Like" *
Note-se ainda presença em palco da divina constelação do jazz: Keith Jarret, Chick Corea, Dave Holland, Airto Moreira, Jack DeJohnette e Gary Bartz.
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Obituário: Arthur C. Clarke (1917-2008)
Escreveu, escreveu, escreveu. Projectou, criou e sobretudo imaginou. Pouco interessa o que fez quando comparado ao que a sua imaginação era capaz de criar. Como obra máxima dessa incansável imaginação deixa-nos a maior aventura de sempre: a viagem da própria humanidade em 2001: Odisseia No Espaço, que saltou para a tela de cinema com um valente empurrão de Stanley Kubrick. E por fim lá vai ele. Do Sri Lanka em vivia desde 1956 em direcção às galáxias distantes, aos planetas exóticos, às supernovas, aos quasares, aos pulsares e aos cometas radiosos que sempre giraram por detrás daqueles olhos penetrantes cheios de Tudo. Cheios com o Universo, cheios com Vida.Etiquetas: Conversas
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terça-feira, março 18, 2008
Entrando no espírito da coisa...
Etiquetas: Coisas da Web
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"Oh captain, my captain"
Lembro-me do que suou para tentar fazer esquecer Fábio Rochemback, outrora patrão indiscutível das lides centrocampistas do Sporting. Já na altura comovia pelo seu empenho com apenas 18 anos. Lembro-me que chegou a fazer duas épocas em que jogou todos os jogos a titular e sem ser substituído. Sacrificou-se inúmeras vezes pela equipa, levou porrada de criar bicho, jogou em posições menos confortáveis mas deu sempre, sempre o litro. A jogar a trinco desaparece, nem se dá por ele. Nem por ele, nem por grande parte do meio-campo adversário. A extremo falta-lhe a velocidade de Pereirinha, mas sobra-lhe a visão de jogo, os passes certeiros e as desmarcações tão brilhantes e improváveis que só Liedson, o velho Liedson, as entende e prevê. Mas a "número 10", meus amigos, a "número 10" é um verdadeiro luxo. So lhe faltavam os golos. Aqueles golos cheios de classe típicos de um centrocampista experiente. Faltavam. Pretérito perfeito. Ontem apareceu um desses. Muita calma, muita classe no canto da área. Um breve olhar. Balanço no pé direito. Peito do pé na bola e aí vai ela. A rodopiar, a rodopiar, a rodopiar e, perante o olhar atónito do guarda-redes, o golo. Euforia. O sorriso rasgado de um miúdo que acaba de mostrar aos graúdos que já sabe fazer umas coisas engraçadas como eles. O miúdo-capitão está crescido, caramba!
Depois de Figo e Rui Costa duvido muito que João Moutinho não seja o "número 10" que a Selecção Nacional tanto precisa. Não há, meus caros (exceptuando os supracitados "cotas"), nenhum médio atacante português a jogar tanto e tão bem como o puto Moutinho. Não há! E a quem disser o contrário chamo-lhe logo ignorante, energúmeno, herege e borra-botas, e não necessariamente por esta ordem.
Etiquetas: Conversas
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domingo, março 16, 2008
As Titubeações de Óscar #4
"O meu tio tem para aí uns 200 patos. 50 são patas e o resto são gansos."
Etiquetas: As Titubeações de Óscar
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sábado, março 15, 2008
Beauty & Talent
The Corrs - Forgiven, Not Forgotten - MTV Unplugged
Etiquetas: Música
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quarta-feira, março 12, 2008
3 Visões de 1 Som
A versão dos Blue Man Group (sim, eles outra vez):
A versão dos Pearl Jam (Vedder e o seu instinto suicida)
Clicar acima para ver o vídeo (Embedding disabled... Grrrr!)
Etiquetas: Música
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Palavra de que gosto*: Lupanar
- Casa de protituição;
- Bordel;
- Alcoice (também gosto desta);
- Prostíbulo (adoro esta).
(*): Apesar de não ser muito frequentador
Etiquetas: Conversas
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terça-feira, março 11, 2008
Momento YouTube
Etiquetas: Coisas da Web
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Mitologia para principiantes
Etiquetas: Conversas
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segunda-feira, março 10, 2008
Publicidade Institucional
Etiquetas: Fotografia
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Momento "Ponham os olhos nisto!"
by The Blue Man Group
Etiquetas: Conversas
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Benfiquismos e Sportinguismos
E tem toda a razão. Tem toda a razão porque conhece a capacidade de luta e de entrega dos seus jovens jogadores. Já Camacho sabe mais que ninguém que se houvesse uma briga de taberna entre ele e um grupo de arruaceiros apenas poderia contar com Rui Costa para o ajudar já que o mais certo seria uma debandada geral, qual manada de gnus em pânico (sim, gnu quer dizer Bynia).
Numa altura em que praticamente não faz sentido falar em "amor à camisola" é importante falar em espírito de sacrifício e entrega. Paulo Bento sabe que pode contar com o seu balneário. Camacho sabe que não pode contar com o seu. Por isso saiu. Saiu porque o benfiquismo dos seus dirigentes não conseguiu passar para os seus jogadores. Já Paulo Bento, assumido benfiquista, é um dos maiores sportinguistas que o mundo já viu nascer, e conseguiu, e consegue, transmitir isso aos seus jogadores: "Esforço, dedicação, devoção e glória". Ou pelo menos grandes esperanças.
Etiquetas: Conversas
Publicada por L. Romudas às 11:52 da manhã 0 comentários
domingo, março 09, 2008
Parecendo que não...
Nem se deu por isso, vejam só.
Parabéns a nós.
Etiquetas: Conversas
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sábado, março 08, 2008
Espreitadela
Não, não morri.
Não, também não estive no hospital.
Não... Não fui preso.
Ainda aqui estou, mas sem tempo nenhum para abrir a taberna nem para visitar a vizinhança.
Aos dois ou três que aqui vêm, as minhas desculpas.
E já agora que aqui estou aproveito para vos dar música.
The Levellers - This Garden
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sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Another One-Hit Band: New Radicals
You Get What You Give - New Radicals (1998)
Etiquetas: Música
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quinta-feira, fevereiro 28, 2008
Piada fácil mas irresístivel
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And the Oscar goes to... Whatever...
Na verdade não tenho nada muito concreto contra a Academia e os seus Óscares, mas não gosto deles, não gosto, pronto. Imagino um juri composto por elementos da mais alta burguesia, tudo acima dos 60 anos, gordos, carecas, barbudos, fumando charutos bafientos e bebendo grandes copanázios de brandy à lareira envergando roupões com as suas iniciais bordadas, enquanto coscuvilham sobre este ou aquele actor, ou actriz, ou realizador, e decidem, qual Conselho de Pais Natal, quem se portou bem este ano.
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quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Elevando o Nível Intelectual com William Blake
Etiquetas: Literatura
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Jimmy Kimmel's Circus
Episódio 2 - A traição
Episódio 3 - A vingança
Etiquetas: Coisas da Web
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terça-feira, fevereiro 26, 2008
Uma música por dia...
Radiohead - Anyone Can Play Guitar (Pablo Honey 1993)
Etiquetas: Música
Publicada por L. Romudas às 2:19 da tarde 0 comentários
Momento Cartoon: Cuba - passagem de testemunho
Etiquetas: Coisas da Web, Conversas
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segunda-feira, fevereiro 25, 2008
One-hit band (another one): Fastball
Fastball - The Way (1998)
Etiquetas: Música
Publicada por L. Romudas às 8:24 da tarde 2 comentários
Das Insurgências & Rebeliões
Confesso que tendo bastante para o lado esquerdo da carroça. Há um certo romantismo em ser-se esquerdalho, com aquela conversa toda de união e luta pró-proletária, um não-sei-quê de heróico, onde se luta por causas que valem a pena, onde se dá voz ao povo e tal. No entanto não percebo porque fizeram o que fizeram ao Insurgente. Nem percebi bem o que se passou. Resumo: o Insurgente sempre se afirmou um blog de direita e tinha o mesmo significado que o Blog de Esquerda para a esquerda. De um dia para o outro, aparentemente, hackers, vindos sabe-se lá de que submundo bolchevique, tomaram o Insurgente de assalto e anunciaram a façanha com esta mensagem:
"O INSURGENTE CAPITULOU; COMEMOREMOS, CAMARADAS!
Num momento em que as atenções do mundo se voltam para a terra dos nossos bravos irmãos cubanos, e do nosso grande comandante que se retira da presidência para entrar na história, a blogosfera portuguesa entra num novo e revolucionário momento.
O inimigo foi derrubado. A maior expressão do que há de mais abjecto no pensamento político e económico em Portugal, manifestado pela internet, não resistiu. O Insurgente capitulou ante a investida da única ideologia que coloca o Ser Humano acima dos interesses mesquinhos do capitalismo imperialista do neoliberalismo mundial: o socialismo.
O Insurgente capitulou; comemoremos, camaradas!
Não mais assistiremos aqui à defesa mesquinha do livre mercado, que causa desemprego em massa e lucros para os empresários burgueses; da banca nacional e internacional, que viola os cidadãos de bem; do estado mínimo, que beneficia os ricos e deixam os pobres ainda mais miseráveis à mercê de sua própria sorte. Sabemos que o neoliberalismo capitalista é uma pistola fumegante que, nas mãos de um bando guerreiro de foras-da-lei, não hesita em esmagar as soberanias nacionais e a autodeterminação dos povos. Um revólver, apontado às nossas cabeças, paira sobre cada um de nós. E se quem mata é assassino, não esquecerão os juizes que foram os insurgentes a disparar o primeiro tiro.
O Insurgente capitulou; comemoremos, camaradas!
Os insurgentes, lacaios do grande capital, fascistas em suas pretensões, autoritários em seus desejos, representam a face mais hedionda da direita eloquente que pretende dominar o debate na blogosfera. Eles representam a derrocada da civilização e são o sintoma mais claro e grave da crise da Humanidade. A estratégia deles é a mais letal e perigosa para as sociedades. Querem impor o domínio económico, político e cultural de nações imperialistas, nomeadamente dos Estados Unidos. Suspeitamos,inclusivamente, que os Insurgentes sejam sorrateiramente financiandos pelos americanos imperialistas.
O Insurgente capitulou; comemoremos, camaradas!
Eles eram parte integrante e instrumento da chamada globalização neoliberal. Uma das engrenagens do sistema de poder imperial, completamente rendidos à lógica do mercado. Agora, foram vencidos!
O Insurgente capitulou; comemoremos, camaradas!
Acreditamos que o Ser Humano é dotado de razão, consciência e responsabilidade. Com uma estupidificante arrogância religiosa e uma retórica alarve, os insurgentes conseguiam ser desprovidos de todas essas qualidades. Por isso, capitularam; por isso foram vencidos; por isso, foram exterminados! É o culminar do irreversível progresso da liberdade e da civilizazão e a vitória do socialismo!
O Insurgente capitulou; comemoremos, camaradas!"
O cão da pradaria come cascavéis ao pequeno almoço e não tem veneno nas presas, pois não?
Agora o que irão aquelas alminhas fazer? Pedir um resgate pelo código-fonte do blog? Irão implodi-lo? Ou vão aproveitar o tempo de antena para continuar a exaltar o espirito de luta e camaradagem, para apontar o dedo ao capitalismo americano e para compor heróicas odes à ditadura Castrista?!
Ná, camaradas, assim não vamos lá. Assim estão a dar razão a quem vos chama de terroristas. Assim estão a dar razão precisamente àqueles que querem "abater". Assim, camaradas, assim dão-lhe a vitória numa bandeja de prata acompanhada do melhor vodka russo e do melhor charuto cubano e eles agradecem, claro.
Mas isto digo eu, que não percebo nada de nada.
P.S.: Se alguém tomar aqui o tasco de assalto só quero pedir uma coisa: mantenham a lista de links da banda desenhada, pode ser? É que deu muito trabalho a arranjar tudo e não tenho backups dos links. Obrigado.
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sábado, fevereiro 23, 2008
Momento "Mais valia 'tarem quietos, pá!"
E esta conversa toda não mais é do que palha para atapetar esta (mais uma) ideia brilhante de merda (literalmente) que surgiu das cabecinhas oleosas dos eco-fanáticos da Quercus, ideia essa que passo a reproduzir aqui por baixo. Cortesia do YouTube, claro.
Tenho ou não tenho razão? Bem, se fosse o meu vizinho de 8 anos a compor este video e depois o recebesse por mail juntamente com o SPAM da "Next Door Nikki" e do "Grotesco", até teria alguma piada, mas não foi. Quem fez este video foi uma entidade que pretende ser ouvida e, como qualquer gajo que quer ser ouvido, tem que ser credível manter um certo grau de decência. A isto chamo "tiro no pé".
E já que estamos numa de publicidade, aproveito para deixar aqui um dos melhores e mais originais anúncios que já vi a uma marca de cerveja com nome de recorde mundial (este video, claro, não faz parte do Momento "Mais valia 'tarem quietos!", pertencendo antes ao Momento "Clap clap clap!").
Etiquetas: Conversas
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quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Há 49 anos: Johnny Cash, para fans e curiosos
I Walk The Line (1959)
Para aquelas sarnas que interrompem importantíssimas reflexões durante o meu prolongado café da tarde para dizer coisas como "Porra, pá, 'tas desempregado, não fazes nada, e mesmo assim não actualizas o Party Log", agora digo eu: JÁ ESTÁ! Irra...
Etiquetas: Música
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quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Mais quatro fitas vistas em 2008 D.C.

3 em 5.

A Terra mergulhou num Inverno solar uma vez que, contra todas as expectativas, o Sol se está a apagar. Junta-se todo o material radioactivo do planeta, constrói-se uma ogiva nuclear do tamanho de Manhatan, envia-se uma equipa de astronautas para largar a laracha e reza-se para que aquela mistela atómica reanime a estrela moribunda.
À primeira vista é mais um filme catástrofe com laivos de ficção científica. Mas não é. É bem mais do que isso. É na sua essência um ensaio sobre a loucura humana e a ténue fronteira que a separa da sanidade. É um ensaio sobre os demónios de cada um e sobre a maneira de lidar com esses demónios. Sobre a atitude humana perante a ameaça de extinção e sobre sacrifícios. É, portanto, um ensaio sobre o Homem cujo pano de fundo é uma viagem até o centro do sistema solar. Não vale a pena esmiuçar efeitos especiais no século XXI: estão irrepreensíveis. A nave que transporta a salvação da Humanidade é bem mais parecida com a Estação Espacial Internacional do que com um Cruzador do Império de Darth Vader, o que lhe dá aquele toque de credibilidade necessário para manter a palavra "Plausível" na cabeça do espectador durante todo o filme.
Nada a assinalar quanto às interpretações.
4.5 em 5.
Pessoalmente sou um fan do fantástico. Vi e revi as Histórias Intermináveis e o Feiticeiro de Oz, passei-me da cabeça com o Senhor do Anéis, adorei as Crónicas de Narnia, suei na última batalha de Eragon e simpatizei com Potter. No entanto há coisas intragáveis. Os Seis Sinais da Luz é um deles. Até há ali umas ideias agradáveis, ou melhor, bons princípios de ideias agradáveis. Bons princípios de ideias agradáveis porque parece que essas ideias nunca chegam a assumir um papel preponderante no enredo, que, diga-se, é execrável. Mais um miúdo que é o Escolhido para salvar o Mundo. Enchem-no de poderes sobre-humanos que nunca chegam a ser utilizados, como por exemplo controlar o fogo. O protagonista fica a saber que pode criar e controlar o fogo como quem descobre que lhe nasceu o primeiro púbico, e até a reacção é parecida. Passados uns dias, durante um ataque de fúria, desata a explodir casas e carros o que nos faz pensar que a luta final contra o mauzão do cavalo preto (a única personagem de jeito no filme) vai ser um fabuloso espectáculo de fogo de artíficio. Errado. Nem sequer uma fagulha é solta nessa "épica" luta de dois minutos. Não sei que mais diga... Foi uma total desilusão (tinhas razão, N).
0.5 em 5. Só por causa dos tais bons princípios de ideias agradáveis.
Fica aqui a cena em que Dadan Karambolo (o mesmo da famigerada cena do Pitbull-Terrier) extravasa alegria por finalmente ter conseguido casar a irmã, que não estava propriamente para aí virada.
Etiquetas: Cinema
Publicada por L. Romudas às 5:47 da tarde 1 comentários
terça-feira, fevereiro 19, 2008
Geeks
Já agora, há novidades na fissoblastans e estou quase quase a actualizar o stricofaites. Paciência, meus caros, paciência.
Etiquetas: Coisas da Web, Conversas
Publicada por L. Romudas às 8:44 da tarde 3 comentários
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Dos nomes
Contudo, não a surpresa que tive não foi com o meu próprio apelido. Foi antes com o apelido Júdice. Já imaginaram alguém, de apelido Júdice, que não tenha absolutamente nada a ver com Direito, Advocacia ou Tribunais? Pois, mas há gente assim. Imagino o que o pensaram os pais de Nuno Júdice quando este se licenciou em Filologia Românica (segundo a Wikipedia). E o boquiabertos que ficaram quando desatou a publicar livros de poesia, de ficção, ensaios e peças de teatro! Oh meu Deus! Haverá alguém que tenha degenerado tanto das suas origens etimológicas?! Isto atormenta-me...
Nota do autor: o desemprego e a fraca ocupação de tempos livres leva a que pensamentos deste género, outrora impossíveis de me assolar, agora o façam de uma maneira avassaladora e quase incontrolável. Por exemplo, passei a tarde a divagar sobre os guardanapos de café que ao invés de absorverem líquidos, função inerente ao objecto em si, os espalham melhor que uma colher de pedreiro.
E agora, para algo completamente diferente: Foo Fighters, Learn to Fly. Hilariante.
Publicada por L. Romudas às 7:19 da tarde 2 comentários
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Valentine's, Love and Music (sim, mudei o título)
Everyday, by Dave Matthews Band
Mesmo que não goste da música nem da banda, veja o vídeo. Vai gostar. Aposto um abraço.
Etiquetas: Música
Publicada por L. Romudas às 4:45 da tarde 2 comentários
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Momento "Porqué no te callas?!"
Ontem disseram-me que o Brian May não fazia falta nenhuma aos Queen.
Etiquetas: Música
Publicada por L. Romudas às 2:29 da tarde 1 comentários
















